O processo de escolha da futura secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA) deixou de ser apenas um episódio interno de rotina partidária. Transformou-se num retrato cru da democracia selectiva que impera no MPLA sob a liderança de João Lourenço.
Quando uma qualquer ditadura tenta apresentar-se pretensiosamente como um projeto institucional civilizado e viável, com capa constitucional de estado de direito democrático, a sua aplicabilidade não prospera.
Com alguns gestores públicos que temos, não é novidade que o Estado, a cada dia que passa, fica sem liquidez. Este problema não é apenas financeiro, mas institucional e estrutural, refletindo a forma como os gestores públicos tratam os assuntos do Estado.
Em 2025, Angola enfrentou uma grave sinistralidade rodoviária, com mais de 6.000 acidentes nos primeiros seis meses, quase 2.000 mortes e mais de 8.500 feridos, apesar de uma ligeira redução nos acidentes, houve aumento de feridos, com jovens e faixa produtiva (36-45 anos) mais afetados, e a condução sob efeito de álcool e mau estado das vias são causas principais, sendo Luanda, Uíge e Huambo as províncias mais críticas.
As curvas da Serra da Leba sempre foram mais do que um traçado sinuoso na geografia angolana. Elas simbolizam escolhas difíceis, riscos assumidos e a necessidade de prudência quando se conduz o destino coletivo.
É importante que o MPLA a respeite a vontade do povo. O regime sabe já é tempo de perceber que o povo quer mudanças substâncias na administração da coisa pública.
“No boom do petróleo, construímos bombas para vender o produto refinado em vez de investirmos nas refinarias. Hoje, no boom digital, estamos a incentivar apenas o uso e consumo das tecnologias, em vez de criarmos as plataformas que as sustentam.”
O discurso do Presidente da Colômbia contra os Estados Unidos da América, a OTAN e a Europa marca um daqueles raros momentos de lucidez moral e coragem política no cenário internacional contemporâneo.