Não é justo atribuir ao ex-presidente José Eduardo dos Santos ou ao presidente João Lourenço responsabilidades por problemas que não lhes competem. O exercício do poder político deve ser analisado dentro dos limites que a Constituição estabelece, e não através de acusações que extrapolam suas funções.
As análises dos críticos de ocasião e dos iletrados políticos, acabam sempre por desaguar no profundo mar da ignorância. A maior parte de tais críticos, não passam de exímios mercadores da desgraça alheia, são pescadores de águas turvas.