A devolução de dinheiro de cidadãos angolanos obtido ilicitamente e depositado em contas no estrangeiro, ou seja dinheiro da corrupção, voltou à actualidade.
O ministro do Turismo angolano disse hoje que a realização do campeonato de barcos elétricos E1 em Angola “tem custo zero para os cofres do Estado”, declarando que o evento é assegurado por patrocinadores.
O Ministério do Urbanismo e Habitação esclareceu que, neste momento, não decorre qualquer processo de comercialização de apartamentos nas centralidades do país, desmentindo informações postas a circular nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social.
O MPLA em Luanda denunciou que a UNITA tem vindo a intensificar, nos últimos dias, o uso de uma alegada “velha narrativa” de fraude nas eleições gerais de 2022, sobretudo em zonas periféricas do município de Cacuaco.
O nacionalista angolano e histórico dirigente da FNLA (oposição), Ngola Kabangu, reconheceu hoje que o partido vive uma crispação interna que deverá ser ultrapassada com o congresso de setembro e acusou o atual presidente de "teimosia".
A ETU Energias, maior petrolífera privada angolana, adquiriu à Azule Energy, uma participação de 20% no Bloco 14 ‘offshore’ e 10% no Bloco 14K, localizados na Bacia do Baixo Congo, anunciaram hoje ambas as empresas.
O novo procurador-geral da República de Angola iniciou funções com o reforço da área de combate à corrupção, nomeando novos responsáveis para cargos nesta área, que tomaram posse hoje.
O Comité Central da FNLA, oposição angolana, acusou hoje o presidente do partido de “imperador, ditador e exímio violador” dos estatutos da organização política e convocou o VI Congresso Ordinário para setembro próximo, negando alas internas.
Centenas de candidatos que obtiveram classificação positiva no concurso público promovido pelo Ministério da Saúde (MINSA) em 2023/2024 deverão voltar a candidatar-se e realizar novos testes para concorrer às vagas do próximo processo de recrutamento, que prevê a admissão de mais de seis mil profissionais para o sector.
O Serviço Nacional de Identificação, Registos e Notariado admitiu a existência de funcionários do sector da justiça envolvidos em actos de corrupção na emissão de Bilhetes de Identidade (BI) a cidadãos estrangeiros, bem como na atribuição irregular de certidões de nascimento, numa altura em que menos de metade da população angolana dispõe do principal documento de identificação civil.