Segunda, 23 de Março de 2026
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O Bloco Democrático (BD) vai intensificar a mobilização de novos militantes com vista às eleições gerais de 2027, anunciou o secretário-geral do partido, Mwata Sebastião, sublinhando a necessidade de reforçar a estrutura organizativa num contexto político que considera exigente.

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A nomeação do presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel Pereira da Silva, como juiz conselheiro do Tribunal Supremo está a gerar debate no espaço público angolano, envolvendo juristas, jornalistas e cidadãos, com posições diversas e, por vezes, contraditórias.

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A disparidade etária entre a população africana — maioritariamente jovem — e os seus governantes resulta, em grande medida, dos processos de descolonização e da posterior consolidação de partidos hegemónicos no poder. A análise é do investigador Miguel Silva, em declarações à Lusa.

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O presidente do Partido Liberal, Luís de Castro, afirmou que “quem trouxe a INDRA para Angola continua a beneficiar do erário público”, levantando suspeitas sobre a contratação da empresa responsável pelo suporte tecnológico ao processo eleitoral.

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O jornalista Teixeira Cândido afirmou que “haverá um dia em que as pessoas vão se revoltar”, num tom de forte crítica ao actual sistema político angolano, durante um debate na Rádio Essencial. As declarações colocam em evidência a crescente tensão no espaço público e a desconfiança em relação ao funcionamento das instituições do Estado.

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A nomeação de Pedro Mendes de Carvalho para o cargo de Procurador-Geral da República, por iniciativa do Presidente João Lourenço, está a reavivar um dos episódios judiciais mais controversos da história recente de Angola: o processo conhecido como “15+2”.

O general Paulo Lukamba Gato revelou novos detalhes sobre os momentos decisivos que se seguiram ao cessar-fogo unilateral decretado pelo Governo angolano em março de 2002, lançando luz sobre os bastidores de um dos processos mais sensíveis da história recente de Angola.

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O general Lukamba Gato, membro da UNITA, defendeu a necessidade urgente de reforço da boa governação e do diálogo político em África, apontando o caso recente da instabilidade na província do Katanga, na República Democrática do Congo, como um exemplo claro de falhas estruturais na relação entre governantes e governados.

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O engenheiro António Venâncio, candidato ao congresso de 2026 do MPLA, defendeu a necessidade de maior abertura política e de reforço da concorrência interna no seio do partido, sublinhando que o futuro da organização depende da coragem dos seus militantes em assumirem plenamente os princípios da democracia interna.

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O então comandante da UNITA, general Lukamba “Gato”, revelou detalhes de um encontro considerado determinante nos dias que antecederam o desfecho do conflito armado em Angola, ocorrido a 19 de março de 2002.

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