Quinta, 30 de Julho de 2026
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O parlamento angolano aprovou hoje, na generalidade, a proposta de alteração à lei contra a violência doméstica, que inclui na tipicação de crimes o uso ilícito de sistemas e tecnologias de Informação, uniões forçadas e abandono de pessoas vulneráveis.

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O Grupo Parlamentar da UNITA anunciou que vai propor à Assembleia Nacional a criação de uma comissão de inquérito e a realização de audições parlamentares para apurar as causas do apagão generalizado que afectou os serviços de telecomunicações da UNITEL nos dias 28 e 29 de Julho.

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Luanda – O general na reforma e pré-candidato à presidência do MPLA, Higino Carneiro, desmentiu esta terça-feira os rumores que apontam para uma eventual saída do partido e uma possível liderança da coligação CASA-CE, classificando essas informações como "fake news" e reafirmando a sua fidelidade ao partido no qual milita há décadas.

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Luanda – O economista Carlos Rosado de Carvalho afirmou que o funcionamento interno do MPLA reflecte a forma como o país é governado, defendendo que não será possível consolidar uma democracia plena em Angola sem uma transformação interna do partido no poder.

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A UNITA diz que o que acontece no seio do MPLA, com ausência de múltiplas candidaturas à Presidência do partido, durante o 9º congresso que terá lugar nos dias 09 a 10 de Dezembro deste ano, "é mau exemplo" para a democracia em Angola.

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Luanda – O jurista José Rodrigues considerou que a Subcomissão de Candidaturas ao IX Congresso do MPLA não dispõe de competência legal para anular a candidatura de Higino Carneiro, defendendo que qualquer decisão dessa natureza cabe exclusivamente à comissão eleitoral, enquanto órgão colegial.

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A exclusão da candidatura de Higino Carneiro à liderança do MPLA poderá ter consequências políticas que ultrapassam a disputa interna do partido no poder, podendo criar oportunidades para a oposição e para os sectores da sociedade civil que defendem a alternância política em Angola. A leitura foi feita por Jonas Sebastião, vice-presidente do Movimento Social para a Mudança, e pela activista e socióloga Luzia Moniz, durante uma entrevista ao programa Radar DW.

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