O advogado e pré-candidato à presidência do MPLA, José Carlos de Almeida, afirmou que a persistência da corrupção em Angola está profundamente ligada à forma como a sociedade encara e, em muitos casos, valoriza os seus protagonistas.
O debate nas comissões especializadas da Assembleia Nacional (AN) foi suspenso, esta segunda-feira, com vista à definição clara do conceito de “notícia falsa” ou “fake news”, bem como à delimitação da intervenção do Estado no espaço digital.
No passado domingo, 3 de Maio, assinalou-se o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, uma efeméride instituída pelas Nações Unidas para promover a reflexão sobre o papel do jornalismo nas democracias contemporâneas.
O pré-candidato à presidência do MPLA, general Higino Carneiro, assinalou o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa com uma mensagem publicada nas redes sociais, na qual destacou a importância da data para a consolidação do Estado de Direito e da democracia.
O advogado Sérgio Raimundo afirmou que a Constituição angolana de 2010 está na origem de vários dos problemas estruturais do país, incluindo a corrupção, defendendo uma revisão urgente e profunda do actual quadro constitucional.
Um debate televisivo subordinado ao tema “A paz do mês das mentiras” colocou frente a frente a deputada da UNITA, Mihaela Webba, e o militante do MPLA, José Carlos de Almeida, num confronto de ideias marcado por divergências profundas sobre democracia, reconciliação nacional e justiça social em Angola.
A UNITA assinalou o Dia Internacional do Trabalhador, celebrado a 1 de Maio, com uma declaração na qual destaca a importância histórica da data e denuncia as dificuldades enfrentadas pela classe trabalhadora em Angola.