Os preços internacionais do petróleo prolongaram esta quinta-feira a tendência de valorização registada ao longo da semana, impulsionados pelo agravamento das tensões no Médio Oriente. A continuidade do confronto entre os Estados Unidos e o Irão, aliada a novos ataques contra navios na região do Estreito de Ormuz, voltou a aumentar os receios quanto à estabilidade da oferta mundial de crude.
O gabinete de estudos económicos do Banco Fomento Angola (BFA) desceu a previsão de inflação em Angola, antecipando uma subida média dos preços de 10,2% este ano, chegando ao final do ano nos 7,8%.
A recente desaceleração da inflação em Angola levou o Banco Nacional de Angola (BNA) a aliviar a sua política monetária, reduzindo as principais taxas de juro directoras. Contudo, apesar dos sinais positivos no comportamento dos preços, o economista e jornalista Carlos Rosado de Carvalho considera que a actual trajectória da inflação assenta em factores conjunturais e carece de sustentabilidade a longo prazo.
O economista angolano Daniel Sapateiro considerou hoje que uma maior utilização do yuan, moeda chinesa, pode originar um conjunto de benefícios económicos para Angola, entre os quais maior facilidade de financiamento por parte dos bancos chineses.
O kwanza vai ser aceite como moeda de liquidação no sistema de pagamentos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), faltando apenas a cerimónia de formalização, anunciou hoje o governador do Banco Nacional de Angola (BNA).
A previsão de inflação em Angola foi hoje revista em baixa para 8,6% no final de 2026 e a de crescimento económico em alta para 3,6%, anunciou o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias.
O Banco Nacional de Angola (BNA) passou a autorizar os bancos comerciais a utilizarem a moeda chinesa, o yuan, para o cumprimento das reservas obrigatórias em moeda estrangeira, numa medida que reforça a crescente importância da divisa chinesa no sistema financeiro angolano.