Quarta, 15 de Julho de 2026
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O economista angolano Daniel Sapateiro considerou hoje que uma maior utilização do yuan, moeda chinesa, pode originar um conjunto de benefícios económicos para Angola, entre os quais maior facilidade de financiamento por parte dos bancos chineses.

O kwanza vai ser aceite como moeda de liquidação no sistema de pagamentos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), faltando apenas a cerimónia de formalização, anunciou hoje o governador do Banco Nacional de Angola (BNA).

A previsão de inflação em Angola foi hoje revista em baixa para 8,6% no final de 2026 e a de crescimento económico em alta para 3,6%, anunciou o governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias.

O Banco Nacional de Angola (BNA) passou a autorizar os bancos comerciais a utilizarem a moeda chinesa, o yuan, para o cumprimento das reservas obrigatórias em moeda estrangeira, numa medida que reforça a crescente importância da divisa chinesa no sistema financeiro angolano.

O Togo tornou-se em maio o principal parceiro de importação de Angola, com as compras a dispararem de três para 265 mil milhões de kwanzas (254 milhões de euros), enquanto Portugal deslizou para quarto lugar, segundo estatísticas oficiais.

O Estado angolano já utilizou as receitas adicionais geradas pela valorização do preço do petróleo nos mercados internacionais para financiar parte da execução do Orçamento Geral do Estado (OGE), reduzindo assim a necessidade de recorrer ao endividamento.

Analistas do Banco Millennium Atlântico destacaram o aumento da oferta de divisas no mercado angolano, de mais de 23% até maio face ao período homólogo, contribuindo para estabilizar o mercado cambial.

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