O Governo angolano anunciou hoje que as receitas devem crescer 3,2 biliões de kwanzas com o aumento do preço do barril de petróleo, mas parte do montante será consumido com o subsídio aos combustíveis.
Apesar da forte procura por divisas, o kwanza mantém-se artificialmente estável face ao dólar, revelando intervenção administrativa. Já na relação com o euro, as oscilações expõem um mercado cambial desalinhado das referências internacionais.
A ministra das Finanças angolana disse que os níveis inferiores de execução orçamental na Educação e Saúde em 2025, que contrastaram com os da Defesa e Segurança, devem-se parcialmente à estruturação da relação laboral nos diferentes setores.