Segunda, 05 de Janeiro de 2026
Follow Us

Domingo, 04 Janeiro 2026 17:35

Ditador Nicolas Maduro já foi, quem se segue!

A invasão militar norte-americana, a república Bolivariana da Venezuela, foi um ato reprovável, ou seja, pode-se considerar um desastre, pelo facto de a ação ter ultrapassado o razoável,  do ponto de vista estrutural, e também uma clara negação inaceitável da carta das nações unidas, e sobretudo um desvio profundo das relações internacionais entre os estados independentes. Além de ferir mortalmente o direito internacional.

O universo política mundial não elegeu o presidente americano Donald Trump, como xerife universal, nem mesmo como protetor do povo venezuelano, menos ainda o elegeu como gestor das riquezas fósseis, em particular do petróleo.

Pelas palavras escutadas diretamente da boca do presidente Donald Trump e na do seu secretario de estado Marco Rubio, denota-se que essa agressão, sequer teve o aval do congresso nem do senado norte americano, que ficou conhecedor da situação ao mesmo tempo que os demais seres terrestre pensante, digo, a comunidade humana, não foi consultada sobre a agressão a Venezuela.

Fica claro que, a operação americana, em nada ajudará o povo da Venezuela, ao contrário de muitas vozes locais angolanas, deduzem que os angolanos estão resguardados da agressividade do presidente João Lourenço.

Ao contrário do que essas mentes acreditam, nenhum povo gostaria de ver impávido e sereno, o seu país sendo atacado militarmente,  por forças estrangeiras.

Essa agressão, em Java fortalecerá as instituições venezuelanas, se tais instituições já eram por si só frágeis, agora, após a agressão,  elas tornar-se-ão ainda mais frágeis.

Aliás, as próprias instituições americanas saem desse episódio mais fracas. Quando o poder americano mais forte e mais democrático não é informado de uma situação delicada guerra agressiva que decorre contra o respeito às leis internacionais, que impede que um país apregoe mundialmente ser dono e senhor do pensamento de um povo, que sequer representa um perigo militar para os estados unidos, esse poder sai fragilizado, quanto a presidência dos Estados Unidos, ela sai arranhado na sua credibilidade institucional interna e internacionalmente.

Em Angola, existe sim um regime inimigo do povo, e também tem um presidente da república, promotor da corrupção institucional interna e internacional. É igualmente verdade que o presidente e o regime comandado por si, se locupletaram de toda riqueza do povo, e transformaram o país, em propriedade privada deles.

Porém, jamais me passaria pela cabeça aceitar que um país estrangeiro invadisse o território nacional, como medida protetiva,  mesmo que fossem favoráveis aos angolanos, para derrubar o regime ditatorial e prender o tirano!

Se os americanos quiserem de verdade ajudar o povo sofrido de Angola, podem simplesmente prender o ditador em uma de muitas viagens milionárias ao exterior do país.

Pois, de contrário, terão que ser os angolanos a derrubar esse regime doentio, assassino e ladrão.

Por outro lado, e para terminar, acredito que, em 2027, terão que ser criados mecanismo fortes e incontornável, para dirimir a fraude eleitoral, só assim se reverterá os objetivos concentrados nos laboratórios das secretas.

O roubo eleitoral já foi colocado em ação. Isso é inevitável, sem me contradizer, temos que ter os americanos do nosso lado, selecionar apoio europeu sem Portugal e Espanha em termos governamentais. A SADEC e a União Africana têm que ficar desde já sob o olhar crítico e vigilante do povo e das oposições. Repito, o apoio dos americanos será sempre importante, senão mesmo preponderante para o derrube da ditadura que estamos com ela, há mais 50 anos. Vamos a luta unidos.

Estamos juntos

Por Raúl Diniz

Rate this item
(1 Vote)