Sexta, 02 de Janeiro de 2026
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Sexta, 02 Janeiro 2026 14:30

Qual é o crime do general Paka!

O crime do meu camarada Paka, foi não ter-se vergado nem se ajoelhado em obediência aos caprichos do Senhor ordens superiores.

Ao abandonar as regras gestoras do estado de direito democrático, o regime do MPLA decidiu criar e promulgar o estado inebriante do vale tudo, para manter o poder pelo poder.

É um autêntico salve-se quem puder.

Quando o governo se utiliza a seu bel prazer das normas constitucionais, e ultrapassa os limites que a lei impõe, só para perseguir um cidadão descontente, como se verifica no caso do general Pakas, tudo deixa de fazer sentido.

O país atingiu o zero, Angola deixou de ser um país, e passa a ser uma qualquer minúscula fazendo das bananeiras selvagens.

O MPLA ainda não se apercebeu que deixou de ser um partido político e passou a ser uma (ORCRIM), Organização criminosa.

Aliás, o MPLA, é a única Organização política no universo dos países democráticos, que se considera como partido político, que possui uma Holding, dona de um vasto aglomerado de empresas territoriais, ilegalmente associadas documental e estatutariamente a conhecida holding (GEFI), descrita como Sociedade de Gestão e Participações Financeiras.

 A criação dessa sociedade, além de ser uma aberração, pôde-se igualmente considerar como uma declaração de guerra contra a fiscalidade institucional, vou um pouco mais longe, e considerar essa empresa política financeira, como um veemente ataque terrorista contra ao sistema econômico e financeiro e também contra o estado de direito democrático.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: qual foi afinal o crime oralidade pelo general Pakas! A resposta é obviamente simples, o camarada Pakas, não cometeu crimes nenhum.

Essa perseguição montada contra um general na reserva mostra-nos, que o medo do regime é total, o descontrolo das hostes arregimentadas é visível a olhos nus.

Nada justifica a formação de tão grande aparato belicoso, criado apenas para perseguir um homem desarmado, cujo único crime foi o de não se curvar a vontade dos que se julgam endeusado e por isso,  legitimados por decisão divina, para perseguir, humilhar, prender, torturar e assassinar o povo preto angolano.

O presidente João Lourenço,  ao longo da sua presença,  tem denegrido insultuosamente os angolanos, com as sus afiadas ameaças agressivas, que chegam de todos quadrantes do poder instalado,  e nem por isso o povo se levantou para retrocar das nocivas agressões que vem sofrendo ao longo de quase nove anos.

Apesar do presidente não gozar de quase nenhuma popularidade, nem ser sequer gozar da simpatia do sofrido povo, ainda assim ninguém o perseguiu o presidente.

Mas, se por acaso o presidente do MPLA e também da república, abandone o cargo, e se retire para longe da sua desastrosa presidência, com plena certeza, os povos autóctones naturais de Angola, com todas as garantias agradeceriam de coração a nobreza do ato.

Caso o chefe se decida mesmo deixar-nos em paz, retirando-se da vida pública, tenho certeza que esse povo certamente garantiria a sua segurança pessoal e da sua família.

Por outro lado, aqueles que se calam face a barbárie praticada contra o povo pobre preto, que é vítima das vicissitudes praticadas pelo regime antidemocrático, não são merecedores da bondade desse mesmo povo. Essa gente, não possui nenhum sentimento nobre pelo sofrido povo.

Sobretudo, aqueles que se propuseram lutar e concorrer a presidência do MPLA, e tiveram todo apoio da militância, não se podem ausentar da luta por medo. 

Têm que entrar definitivamente nessa corrida eleitoral, que futuramente poderá salvar vidas, e principalmente pôde ajudar o povo a sentir-se seguro na terra dos seus antepassados.

Nandó tombou, segundo o camarada Dino Matross, o camarada Nandó, não morreu de doença. Ele afirma que esteve um dia antes do fatídico dia, e não notou nem foi alertado por nenhum indício de doença.

Para bom entendedor, conhecemos a força e o significado de tais palavras.

Temos que buscar caminhos e formas de assegurar proteção para o camarada que foi diretamente ameaçado pelo dono das instituições, apesar das ameaças, não podemos deixar os espaços todos para o ditador.

É sim verdade que sentimos medo, mas, a quantos anos temos vivido com medo? Abresist4ncia a esse MPLA bandido é honrarmos o povo com as nossas exposições e lutarmos.

Estamos juntos

Por Raúl Diniz

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