O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, manifestou solidariedade às famílias afectadas pelas chuvas intensas que têm atingido várias províncias de Angola, com particular incidência na província de Benguela, onde dados oficiais apontam para mais de 29 vítimas mortais.
Mais de 20 mil candidatos participam esta segunda-feira, 6 de abril, nos testes online do concurso público de ingresso nos tribunais de jurisdição comum, promovido pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ). A prova decorre através da plataforma digital do concurso e cada concorrente dispõe de 20 minutos para responder ao questionário.
A UNITA assinalou o Dia da Paz, celebrado a 4 de Abril, com um apelo ao aprofundamento da reconciliação nacional, à inclusão política e social de todos os angolanos e à construção de um pacto de estabilidade democrática que garanta eleições livres, justas e transparentes no país.
O antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco assinalou o Dia da Paz em Angola com uma reflexão crítica sobre o clima político e social do país, defendendo a necessidade urgente de uma verdadeira reconciliação nacional e de um pacto de transição que permita consolidar uma Angola mais inclusiva, estável e progressiva.
Entre 1975 e 1988, pelo menos 2.070 militares de Cuba perderam a vida em Angola, no contexto do envolvimento cubano no conflito que marcou a luta pela libertação da África Austral.
As fortes chuvas que atingiram as províncias de Luanda e Benguela elevaram para 29 o número de vítimas mortais, provocaram 17 feridos e deixaram três pessoas desaparecidas, além de desalojarem centenas de famílias e afectarem milhares de cidadãos, segundo um balanço provisório divulgado este domingo, 5, pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.
O líder da Comunidade Islâmica de Angola (CISA) disse hoje que a visita do Papa Leão XIV a Angola vai servir para reforçar a mensagem de paz, considerando importante também a abordagem de questões como a pobreza, desigualdade e justiça social.
Um estudante angolano de 32 anos, natural do Lubango, província angolana da Huila, morreu por afogamento numa barragem, em Portugal, onde residia há cerca de 10 anos para prosseguir os estudos.
O Executivo angolano anunciou, esta quinta-feira, o reforço das medidas de combate ao vandalismo de bens públicos, tendo solicitado à Assembleia Nacional de Angola a apreciação urgente de uma nova proposta legislativa sobre vandalismo.
Os advogados do empresário luso-angolano Carlos São Vicente apresentaram uma petição pedindo a sua libertação urgente, invocando razões médicas, humanitárias e legais, depois de uma cirurgia, em março, não ter resolvido o problema de saúde que motivou a intervenção.