O Banco Nacional de Angola prevê que a economia angolana cresça este ano cerca de 3,5%, com uma retoma do setor petrolífero estimada em 1,1% depois de uma contração de 4,6% em 2025.
Centenas de animais foram abatidos, nos últimos dias, na província angolana do Huambo, devido à peste suina africana, confirmada pelas autoridades sanitárias, avançou hoje fonte do Instituto dos Serviços de Veterinária.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve, nos últimos dias, dois cidadãos nacionais, de 44 e 21 anos de idade, fortemente indiciados pela prática dos crimes de abuso sexual de e abuso sexual de menor de 16 anos, informou ontem o porta-voz do SIC-Geral, Manuel Halaiwa.
O Titular do Poder Executivo, João Lourenço, autorizou a celebração de um acordo de financiamento, no valor global de 140,7 milhões de dólares, para a construção e o apetrechamento dos edifícios das faculdades e institutos da Universidade Agostinho Neto, em Luanda.
O Presidente angolano autorizou uma despesa de 26,7 mil milhões de kwanzas, cerca de 25,1 milhões de euros, para aquisição de medicamentos e outros meios destinados ao Programa do VIH-SIDA e das Hepatites Virais.
A ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias, confirmou esta terça-feira, em Luanda, que o Executivo angolanao está a trabalhar na criação de um salário comum na Administração Pública com equidade, equilíbrio e sem contrariedades ou injustiças.
O nacionalista Ngola Kabangu acusou, segunda-feira, em Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, o actual presidente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Nimi a Simbi, de infringir os estatutos internos, as normas e princípios que regem aquela formação política.
O Presidente da República, João Lourenço, exonerou, esta segunda-feira, o presidente do Conselho de Administração da Radiodifusão Nacional de Angola (RNA), Pedro Bernardo Neto, e substituiu-o por António Sebastião Lino.
À DW, o diretor executivo da Friends of Angola denuncia repressão ao protesto pacífico, fala em detenções por motivos políticos em todo o país e alerta para o agravamento dos abusos num contexto pré-eleitoral.
O presidente da Associação dos Sucateiros Unidos de Angola (ASUA) admitiu hoje a necessidade de interditar a atividade devido ao vandalismo e propõe cadastrar os operadores e designar agentes de fiscalização para apurar a origem dos materials.