A UNITA assinalou o Dia da Paz, celebrado a 4 de Abril, com um apelo ao aprofundamento da reconciliação nacional, à inclusão política e social de todos os angolanos e à construção de um pacto de estabilidade democrática que garanta eleições livres, justas e transparentes no país.
O antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco assinalou o Dia da Paz em Angola com uma reflexão crítica sobre o clima político e social do país, defendendo a necessidade urgente de uma verdadeira reconciliação nacional e de um pacto de transição que permita consolidar uma Angola mais inclusiva, estável e progressiva.
Entre 1975 e 1988, pelo menos 2.070 militares de Cuba perderam a vida em Angola, no contexto do envolvimento cubano no conflito que marcou a luta pela libertação da África Austral.
As fortes chuvas que atingiram as províncias de Luanda e Benguela elevaram para 28 o número de vítimas mortais, provocaram 17 feridos e deixaram três pessoas desaparecidas, além de desalojarem centenas de famílias e afectarem milhares de cidadãos, segundo um balanço provisório divulgado este domingo, 5, pelo Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.
O líder da Comunidade Islâmica de Angola (CISA) disse hoje que a visita do Papa Leão XIV a Angola vai servir para reforçar a mensagem de paz, considerando importante também a abordagem de questões como a pobreza, desigualdade e justiça social.
Um estudante angolano de 32 anos, natural do Lubango, província angolana da Huila, morreu por afogamento numa barragem, em Portugal, onde residia há cerca de 10 anos para prosseguir os estudos.
O Executivo angolano anunciou, esta quinta-feira, o reforço das medidas de combate ao vandalismo de bens públicos, tendo solicitado à Assembleia Nacional de Angola a apreciação urgente de uma nova proposta legislativa sobre vandalismo.
Os advogados do empresário luso-angolano Carlos São Vicente apresentaram uma petição pedindo a sua libertação urgente, invocando razões médicas, humanitárias e legais, depois de uma cirurgia, em março, não ter resolvido o problema de saúde que motivou a intervenção.
Organizações de defesa dos direitos humanos manifestaram preocupação com a detenção de três ativistas angolanos presos há mais de oito meses, exortando as autoridades a garantir o devido processo legal e condições de detenção humanas.
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve o cidadão angolano Maurício de Figueiredo António, de 39 anos, que se fazia passar por oficial comissário da Polícia Nacional de Angola.