0 "financiamento opaco externo", a vigilância digital e a manipulação da informação contribuem para a longevidade do Governo angolano e para erosão democrática no país, conclui um estudo da Friends of Angola (FoA).
A Assembleia Nacional de Angola inicia quarta-feira as emissões da TV Parlamento e inaugura o seu estúdio para "reforçar a divulgação da atividade legislativa e ampliar o acesso dos cidadãos à informação parlamentar", indicou em comunicado.
O Consulado-Geral de Portugal em Luanda vai adotar a partir de 01 de junho um novo procedimento para pedidos de visto de trabalho, passando a exigir autorização prévia do consulado antes do agendamento no Centro de Vistos VFS Global.
A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, autorizou a abertura de concursos limitados por prévia qualificação para a reabilitação do actual edifício do Ministério das Finanças e para a construção de uma nova sede ministerial, com base num despacho presidencial que não consta do Diário da República publicado no portal da Imprensa Nacional.
Seis forças políticas da oposição angolana anunciaram a criação de equipas técnicas conjuntas e a definição de uma estratégia comum com vista à alternância política nas eleições gerais de 2027, no quadro da III Fase dos Encontros de Unidade para a Alternância Democrática.
O antigo primeiro-ministro angolano e ex-secretário-geral do MPLA, Marcolino Moco, acusou as elites políticas angolanas de sacrificarem o futuro da juventude em nome da manutenção do poder, criticando a reabertura do debate em torno dos acontecimentos de 27 de Maio de 1977 numa altura em que, considera, o país enfrenta problemas sociais e económicos mais urgentes.
O Ministério Público de Angola pediu ao Tribunal Supremo de Angola a condenação do juiz José Pereira Lourenço a uma pena de prisão entre cinco e 14 anos, no âmbito do julgamento em que o magistrado é acusado de ordenar o desbloqueio ilícito de contas bancárias arrestadas pelas autoridades judiciais.
A antiga ministra das Pescas de Angola, Vitória Francisco Lopes de Barros Neto, está a ser julgada no Tribunal Supremo de Angola por alegado envolvimento no desvio de fundos públicos destinados ao relançamento do sector piscatório, num processo em que o Ministério Público sustenta que parte das verbas acabou utilizada na compra de viaturas de luxo para consultores e dirigentes ligados ao ministério.
A deputada da UNITA e jurista Mihaela Webba rejeitou a possibilidade de um alegado “terceiro mandato indirecto” do Presidente angolano, João Lourenço, considerando que tal cenário não encontra sustentação na Constituição da República de Angola.
A escolha de Ju Martins como mandatário da recandidatura de João Lourenço à liderança do MPLA é vista no interior do partido como uma tentativa de travar divisões internas e afastar candidaturas alternativas ao Congresso de dezembro.