Os professores angolanos decidem no sábado, em assembleias nas 21 provincias, se avançam ou não para a greve interpolada, convocada pelo sindicato da classe para 15 de janeiro, por melhores condições laborais e salariais.
A autoridade do magistrado jamais se impõe pelo poder que a lei confere, mas sobretudo pela credibilidade, pela integridade e pelo exemplo diário no trabalho e na vida pessoal, declarou sexta-feira, em Luanda, o procurador-geral da República (PGR), Hélder Pitta Groz.
A organização da marcha contra abuso sexual de meninas e mulheres marcada para sábado, em Luanda, disse hoje que vai manter o local da concentração, mas pondera negociar o local onde termina, negando querer afrontar as autoridades.
O Governo, através do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), assegurou que voltará a apagar à função pública o complemento salarial do 13.º mês de uma só vez, ao contrário das prestações mensais que tem vindo a fazer nos últimos anos, soube o Novo Jornal.
De acordo com a nota do Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN), a inflação desacelerou também em relação ao mês anterior, ao recuar 0,86 pontos percentuais face a novembro de 2025, quando se situava em 16,56%.
Arranca esta quinta-feira, 8, na 15ª secção dos crimes comuns do Tribunal de Comarca de Luanda (TCL), no município de Cacuaco, em Luanda, a instrução contraditória do processo-crime contra dois cidadãos russos e dois angolanos, acusados pelo Ministério Público (MP) de espionagem, terrorismo, organização terrorista, tráfico de influência e associação criminosa, soube o Novo Jornal.
O Governo Provincial de Luanda (GPL) autorizou a realização uma marcha contra o abuso sexual de mulheres e crianças, marcada para sábado, mas propôs alterar o percurso, mudança rejeitada pelos organizadores por falta de fundamentação.
A directora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou esta quinta-feira, em Luanda, que Angola “virou a página” do crescimento negativo graças às reformas económicas iniciadas em 2017.
Depois do primeiro protesto ter sido impedido pelas forças de segurança, ativistas angolanos remarcaram marcha contra violência sexual para o próximo sábado (10.01). À DW, garantem que "vão continuar" a manifestar-se.
A questão da violação sexual de menores em Angola não é apenas um problema criminal, nem um assunto que deva surgir apenas quando um caso choca as redes sociais. É uma realidade diária, persistente, que cresce nas brechas da pobreza, da fragilidade institucional e de uma cultura que ainda protege o silêncio mais do que a criança.