O Partido Liberal (PL) reuniu-se hoje com o Bloco Democrático (BD), num encontro descrito pelas duas formações como um passo “firme e responsável” rumo à construção de uma ampla convergência política em Angola.
O Ministro dos Recursos Hídricos e Electricidade, da República Democrática do Congo, Aimé Sakombi Molendo, assinou com a SOMAGEC, a concessão do ambicioso projecto de linhas de transmissão energética de 400 kV entre Angola e a RDC.
Quase três em cada quatro angolanos enfrentaram dificuldades no acesso a alimentos em 2023, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), que apontam para uma taxa de prevalência de insegurança alimentar de 74,6%.
Um empresário angolano a cujas sociedades o Banco Espírito Santo Angola (BESA) terá emprestado 1,5 mil milhões de dólares disse hoje, em tribunal, que os financiamentos visaram a compra de terrenos em Angola, simultaneamente dados como garantia.
O jornalista angolano Teixeira Cândido, alvo de vigilância com o `spyware` Predator, disse hoje à Lusa que vai apresentar uma participação junto do Departamento Nacional de Investigação e Ação Penal (DNIAP).
Depois da sua aprovação final na Assembleia Nacional, no dia 25 deste mês, a UNITA vai recorrer ao Tribunal Constitucional (TC) para que esta corte se pronuncie sobre alguns artigos da proposta de Alteração da Lei das Carreiras Militares das Forças Armadas Angolanas (FAA) e do Código de Disciplina Militar.
O jornalista angolano Teixeira Cândido foi o primeiro caso confirmado de espionagem com recurso ao 'predator' em Angola, o que representa um "atentado absoluto ao direito à privacidade", declarou à Lusa fonte da Amnistia Internacional.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defende que Angola atravessa um momento decisivo da sua história política, numa fase que classifica como “contagem regressiva” para uma escolha que ultrapassa o calendário eleitoral e se projeta no futuro das próximas gerações.
A governação de João Lourenço, iniciada em 2017, chega a 2026 marcada por um contraste profundo entre a ambição reformista anunciada no início do mandato e a dura realidade socioeconómica enfrentada pela população.
A percepção da sociedade civil sobre o combate à corrupção feito no País está a abrandar face ao "boom" que se verificou após João Lourenço ter assumido os destinos do País no final de 2017. FMI já tinha deixado este alerta no início do ano passado.