Em toda e qualquer instituição político-diplomática é impossível ter uma boa administração e organização interna se não houver um regulamento orgânico detalhado, eficaz, concreto e progressivo, sobretudo se os embaixadores enviados para chefiarem uma estrutura ou missão diplomática não possuírem capacidade intelectual e um programa de mandato adequado para o bom exercício das suas funções, ou seja um programa que justifique a sua presença como representantes do Estado no exterior.