Os cidadãos provenientes de Lisboa (Portugal), nos voos dos dias 17 e 18 de Março último, até aqui não testados sobre a covid-19, devem comparecer este sábado (02) no Hospital Américo Boavida, em Luanda, no período das 08 às 11h30, para colheita das respectivas amostras.
O Sindicato Nacional dos Magistrados do Ministério Público (SNMMP) de Angola solidarizou-se hoje com o juiz denunciado por transpor a cerca sanitária de Luanda, criticando a “exposição pública e vexatória” e considerando as restrições “ilegais e abusivas”.
O diretor do Programa Africano da Chatham House considerou hoje à Lusa que Angola "tem sorte" por não ter reembolsos de dívida este ano, mas tem de entregar mais petróleo à China devido ao preço baixo.
O preço do barril de petróleo Brent, para entrega em julho, caiu 0,34% na sessão de hoje, face a quinta-feira, para 26,39 dólares.
O porta-voz da Associação das Instituições do Ensino Superior de Angola (AIESPA) esclareceu hoje, em Luanda, que os estudantes que pagarem na totalidade a propina do mês de Abril já não vão ser obrigados a pagar o mês de Janeiro, altura que termina o ano académico.
Luanda registou hoje mais um dia de movimento intenso e contrário às regras do estado de emergência, lamentou o porta voz do Ministério do Interior (MININT), voltando a denunciar o atravessamento da cerca sanitária de Luanda por parte de políticos.
Três novos pacientes infectados pela Covid-19 foram registados, nas últimas 24 horas, em Angola, anunciou hoje (sexta-feira) o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.
O bureau político do comité central do MPLA reafirmou hoje (sexta-feira), em Luanda, o seu compromisso na preservação dos postos de trabalho, apoio às famílias e populações carenciadas do país.
Professores angolanos que, há um mês, ministram aulas à distância, devido à covid-19, enaltecem a iniciativa do Governo, afirmando que apesar das dificuldades, a experiência é “única e satisfatória”, exortando os pais a orientarem os alunos.
O governo angolano justificou hoje a não retirada dos estudantes angolanos retidos em Hubei, na China, devido à covid-19 com “razões objetivas de contenção” face à necessidade de “evitar atitudes precipitadas” com “consequências imprevisíveis para o país”.