A ministra angolana da Saúde, Silvia Lutucuta, anunciou hoje mais 247 casos de covid-19 no país, alertando para o aumento exponencial dos últimos 15 dias, e para o risco de “colapso” do sistema se as medidas não forem cumpridas.
As autoridades sanitárias angolanas pretendem vacinar mais de cinco milhões de crianças contra a poliomielite, mas estão a enfrentar dificuldades por a população pensar que são testes de vacinas para a covid-19, informou hoje o Ministério da Saúde.
O Ministro da Economia e Planeamento não concordou com o draft do INE relativo às contas nacionais do II trimestre de 2020 e mandou suspender a publicação da versão final do documento. Economistas lamentam e alertam para a necessidade de o INE ser independente do Governo.
O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República de Angola avisou que o país está “no limiar do estado de emergência” e exortou ao cumprimento das medidas de combate à covid-19.
O governo angolano alterou as regras da situação de calamidade, 15 dias depois de entrar em vigor o último decreto, e decidiu agravar as multas para quem não use máscara facial ou viole as cercas sanitárias.
Duas comissões da Assembleia Nacional de Angola aprovaram hoje, por unanimidade, o relatório-parecer conjunto para a suspensão de mandato e retirada de imunidade do deputado do MPLA (no poder), Manuel Rabelais, acusado de peculato, entre outros crimes.
O ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, testou positivo para a Covid-19, confirmou nesta sexta-feira, em Luanda, o gabinete de comunicação e imagem deste departamento ministerial.
A consultora Fitch Solutions considerou hoje que a moeda de Angola vai continuar a desvalorizar-se, com um dólar a valer 680 kwanzas em 2020 e a serem precisos 695 kwanzas por dólar no final de 2021.
O Secretariado Executivo do Comité Permanente da UNITA, denuncia que está a circular nas redes sociais, um suposto comunicado do Comité Permanente, na sequência de uma reunião que também não teve lugar, procurando desmobilizar a participação na manifestação convocada para amanhã, exigindo autarquias e melhoria das condições de vida.
O ex-presidente do Tribunal Supremo, Rui Ferreira, após se demitir da presidência, está desaparecido da magistratura há mais de um ano, estando perante a Lei em exercício, visto que não se demitiu das suas funções como juiz conselheiro, continuando a beneficiar de direitos e regalias devidos aos juízes conselheiros em exercício de funções, acto condenável do ponto de vista jurídico e social.