No âmbito da parceria, a Guarda Nacional do Ohio e as FAA irão colaborar em prontidão médica e saúde pública, cibersegurança e tecnologias emergentes, gestão de emergências e resposta a catástrofes, desenvolvimento de liderança e profissionalização militar, e ainda áreas como agricultura, educação e desenvolvimento económico, segundo um comunicado da Embaixada dos EUA em Angola e São Tomé e Príncipe.
"A assinatura de hoje é mais do que uma cerimónia. É um compromisso entre dois povos, duas forças militares e duas nações para construírem algo duradouro em conjunto", declarou a encarregada de negócios da Embaixada dos EUA, Shannon Cazeau.
A diplomata acrescentou que os Estados Unidos encaram Angola como "um parceiro fundamental na África Subsaariana e um líder regional cuja força crescente beneficia todo o continente".
O acordo enquadra-se no State Partnership Program (SPP), programa administrado pelo Departamento de Defesa dos EUA que, nos últimos 30 anos, estabeleceu parcerias entre estados norte-americanos e países parceiros em todo o mundo.
Angola passa a ser o terceiro parceiro do estado do Ohio, que integra já a Hungria e a Sérvia nesta rede.
O acordo foi assinado numa cerimónia presidida pelo ministro angolano da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, general Lúcio Gonçalves do Amaral, com a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros, Téte António, do chefe do Estado-Maior General das FAA, Altino Carlos José dos Santos, e do comandante do Comando dos Estados Unidos para África (AFRICOM), general Dagvin Anderson.
A assinatura coincide com a realização em Luanda, nos dias 30 de junho e 1 de julho, de uma conferência dos Chefes do Estado-Maior e de Defesa do AFRICOM com cerca de 300 participantes.

