Terça, 03 de Agosto de 2021
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Domingo, 06 Junho 2021 10:28

BPC desmente alegada ligação de administrador à “Operação Caranguejo”

O Conselho de Administração do Banco de Poupança e Crédito (BPC) desmentiu, em nota, uma alegada notícia, posta a circular pelas redes sociais, indicando que um dos administrador Executivo da instituição havia sido impedido de sair do país, por supostas ligações à chamada “Operação Caranguejo”.

A instituição declara ser a informação “totalmente falsa e delirante” , e que a mesma “visa por em causa a imagem do BPC, assim como a idonieidade e reputação dos membros do seu Conselho de Administração”.

Por este motivo, repudiou, veementemente, o conteúdo desta e de outras informações similares que têm como objectivo obstruir, por todo os meios necessários, a implementação das medidas previstas no Plano de Recapitalização e Reestruturação em curso no banco.

No documento, o Conselho de Administração do BPC reafirmou o seu compromisso na defesa dos interesse dos seus acionistas e clientes, mantendo-se determinado na execução deste programa estratégico, vital para garantir a sustentabilidade do futuro da instituição.

Mais adinte, indica que, face à forma recorrente como têm sido publicadas informações falsas sobre o BPC, decidiu accionar os mecanismos adequados para identificação e responsabilização judicial dos autores das mesmas, reservando-se o direito de actuar de igual contra todos aqueles que atentarem contra o bom nome da instituição, dos membros dos órgãos sociais e dos seus colaboradores.

Caso Lussaty

De acordo com informações que circulam pelas redes sociais, um dos administradores do BPC terá sido impedido de sair do país, após tentativa de fuga, na sequência das investigações das extensões do “caso Caranguejo”, que resultou na detenção de um oficial da Casa de Segurança do Presidente da República e a abertura de inquerto contra vários outros oficiais.

No aeroporto 4 de Fevereiro, o referido administrador terá apresentado um documento da junta médica para tentar sair do país. Na sequência, o efectivo do SIC/SINSE ai destacado, detiveram-no por longas horas e foi liberto ao final da tarde, com proibição de se ausentar de Luanda.

Refere ainda que o BPC foi o Banco usado com mais frequência para todas as operações que ocorreram com a CSPR.

No final do mês de Maio, no quadro de uma operação denominada “Caraguejo”, um major da Casa de Segurança do Presidente da República foi detido quando tentava sair do país com malas contendo USD 10 milhões e quatro milhões de euros.

No decorrer das investigações, terão igualmente sido apreendidos vários bens e comprvativos que atestam a transferència de mais de um blião de dólares para o exteriordo país, supostamente obtidos ilegalmente.

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