Os candidatos às várias direcções do MPLA, no âmbito do 9º congresso ordinário, marcado para os dias 09 e 10 de Dezembro, estão preocupados com algumas exigências da declaração de apoio ao candidato.
As movimentações no sentido de impedirem a materialização de uma situação bicéfala no MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) estão a ganhar corpo. A ideia passa por impedir que João Lourenço se candidate e seja eleito presidente do partido ao mesmo tempo que escolhe outra figura para número um da lista do MPLA às eleições gerais de 2027, dado que a lei o impede de concorrer a um terceiro mandato como Presidente da República.
A UNITA acusou hoje o MPLA, partido no poder em Angola, de pretender continuar a promover processos eleitorais "antidemocráticos" para se manter no poder, ao rejeitar no parlamento os três projetos de lei de sua iniciativa.