Quinta, 28 de Outubro de 2021
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Como previsto no artigo passado sobre o desnorte do regime a abusar a bel prazer do seu poder político, sobrepondo-se ao legislativo, ao judicial em anular o XIII congresso de 2019 da UNITA em que elegeu Adalberto da Costa Júnior como Presidente daquela Instituição política ...

Depois da destituição de Adalberto Costa Júnior (ACJ) do cargo de Presidente da UNITA, eis que emerge o problema da vez: a Procuradoria-Geral da República vai levar adiante o processo aberto contra ACJ por Rui Manuel Galhardo, que há meses, depois de ter feito uma conferência de imprensa em sede da qual procedeu a gravíssimas acusações à figura de ACJ tanto como pessoa física quanto como pessoa jurídica, abriu um processo contra baseado na acusação de tentativa de assassinato (os advogados de acusação são do escritório do dançarino do canal 3).

Uma coisa vos garanto, se não é truque treinado, combinado e encomendado pelo próprio MPLA, para vender ilusões. Já que para isso os camaradas têm uma indústria altamente sofisticada, este nosso irmão e compatriota pode ter os dias contados.

Em Democracia um Estado de Direito é aquele Estado que respeita os princípios e as liberdades fundamentais do Homem, é um Estado que garante justiça social, melhores condições de vida, iguais oportunidades, protege a integridade e a dignidade dos cidadãos, cria espaços e abertura de educação para todos, equa distribuição dos rendimentos e das riquezas do País e justo processo em Tribunal.

Por essa altura tanta gente espera sempre com grande expectativa alguns até mesmo com um excesso de histerismo como se não conhecessem na verdade quem vai discursar se calhar ainda meio tontos pelos efeitos dos discursos anteriores carregados de vazio.

Quando assumiu o poder, a 26 de Setembro de 2017, o Presidente da República, João Lourenço, estava ciente dos grandes desafios que teria pela frente para relançar a economia, credibilizar o país e melhorar a condição de vida dos angolanos.

Quinta, 14 Outubro 2021 11:10

Os costureiros da nova autocracia em Angola

A decisão do Tribunal Constitucional de anular o XIII Congresso Ordinário da UNITA não pode ser interpretada de forma racional sem o seu devido enquadramento no contexto político.

Estamos a dez meses das eleições gerais e o panorama político é o mais complicado de sempre. A propalada Frente Patriótica vem, como se temia, acentuar ainda mais a tendência para a bipolarização do confronto eleitoral, já ela é apenas a integração do Bloco Democrático e do Pra Já nas listas da UNITA.

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