Quarta, 11 de Março de 2026
Follow Us

A história da humanidade está repleta de guerras que, enquanto devastam uns povos, acabam por beneficiar outros. A recente escalada de violência no Médio Oriente volta a expor esta dolorosa contradição moral e económica: enquanto cidades são destruídas, crianças morrem e famílias inteiras são obrigadas a fugir das suas casas, em outras partes do mundo há quem celebre discretamente os efeitos colaterais do conflito.

A privatização de empresas públicas é frequentemente apresentada como um instrumento de modernização económica. Em teoria, a transferência parcial ou total da gestão para o sector privado pode aumentar a eficiência, reduzir encargos do Estado e promover maior competitividade. Contudo, quando aplicada a sectores estratégicos e em contexto politicamente sensível, a medida merece uma análise mais prudente.

Durante muito tempo, falámos da industrialização africana como um sonho sempre adiado pelos governos devido vários factores endógenos e exógenos ao continente. Desde as independências dos países africanos, o continente ficou preso por muitos anos a uma estrutura económica baseada na exportação de matérias-primas e na importação de produtos transformados.

Na cerimónia de abertura do ano judicial esta terça-feira dia 3 de março, os discursos da praxe: do Presidente da República, João Lourenço, do juiz presidente do Tribunal Supremo e do Conselho Superior da Magistratura Judicial, o recém-nomeado Norberto Sodré João, do Procurador-Geral da República, Hélder Pitta Groz, e do bastonário da ordem dos advogados, Luís Nascimento. 

A política da AGT de promover a utilização de softwares certificados para emissão de faturas eletrónicas é positiva, pois contribui para o aumento da receita fiscal e para o controlo das operações comerciais. No entanto, a falta de observância de alguns aspetos, sobretudo os que afectam a vida das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) — espinha dorsal da cadeia do ecossistema económico nacional — pode acabar por promover a exclusão e, consequentemente, a informalidade.

As eleições de 2027 podem ficar marcadas, historicamente, por uma descrença política no papel dos partidos da oposição em promover uma alternância de poder, devido à forma como estão a ser constituídos e, sobretudo, a financiar a sua actividade político-partidária.

A guerra no Ocidente, em Africa e no Médio Oriente continua. Continua como um eco que não se cansa de repetir a mesma tragédia, dia após dia. Há quem aplauda o seu eclodir, quem a justifique com discursos estratégicos, ideológicos ou económicos. E há quem chore. Eu estou entre os que choram — não por fraqueza, mas por humanidade.

Está claro e transparente, que a administração de João Lourenço, está circundada de uma opacidade congénita aveludada. Aliás, a praticidade governativa tem vindo a apequenar o país no seu todo, tornando-o numa república das bananas quase pária.

Página 1 de 368