Ainda agarrados às práticas e métodos do monolitismo, alguns sectores do partido continuam convencidos que, de 1992, aos dias de hoje, nada mudou e que o MPLA continua a ser o povo e vice versa. Ou seja, na prática, há gente no partido da situação que acredita piamente que MPLA e Estado são uma e a mesma coisa, ou seja, uma entidade indivisível.
Quando analiso a diplomacia angolana tudo que vejo é incompetência, inatividade, comodismo, falta de programa e projecto político-diplomático, nepotismo, amiguismo, familiarismo, corrupção, tráfico de influências, um lugar de aposentadoria para certas figuras do governo, e elevado analfabetismo diplomático por parte dos nossos diplomatas.
A prisão, do Jornalista Francisco Rasgado, (FR) criador e Director, do Jornal Chela Press, ocorrida nesta sexta feira 23 de Abril, em Benguela, num processo que envolve, o ex-governador de Benguela, Ruí Falcão Pinto de Andrade
Onde ficam os funcionários do MIREX quando se debatem questões sobre o andamento da economia e do equilíbrio internacional? Onde andam os diplomatas angolanos quando o assunto é investigação técnico-científica, direitos humanos, instrução e desenvolvimento educacional?
Nos países civilizados, incluindo aqui nos Estados Unidos da América, a Igreja, ou os líderes cristãos, tem um papel preponderante, e até dissuasivo, com vista a que as autoridades, governem de maneira a servir as populações, com a necessária empatia, e ou espirito de humanidade, visíveis, em todos aspectos da vida social, económico, acadêmico, cultural, etc.
É verdade que Adalberto da Costa Júnior, causa ao PR João Lourenço um perceptível desconforto. Também fica claro, que na história recente do MPLA, nunca o seu presidente esteve tão fragilizado como acontece na atualidade com o presidente da república João Lourenço.
A 9 de Fevereiro de 1986, o Cometa Halley passou pela Terra, isto é, no seu percurso no sistema solar, esteve próximo e visível a partir do nosso planeta. As visitas do referido cometa à Terra ocorrem de 75 em 75 anos.
A União Nacional para Independência total de Angola, (UNITA) já vai na terceira geração, na escolha livre e através de eleições primárias, de cujo voto, tem sido secreto, envolvendo múltiplos candidatos, na disputada presidência do partido, fundado, pelo finado, Dr Jonas Malheiro Sidónio Savimbi.