Domingo, 16 de Mai de 2021
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Sábado, 24 Abril 2021 23:43

Prisão Injusta do Jornalista Rasgado mostra a violação da liberdade de imprensa do regime de Luanda

A prisão, do Jornalista Francisco Rasgado, (FR) criador e Director, do Jornal Chela Press, ocorrida nesta sexta feira  23 de Abril, em Benguela, num processo que envolve, o ex-governador de Benguela, Ruí Falcão Pinto de Andrade

Trata-se de uma brutal e vergonhosa violação, dos direitos fundamentais, incluindo o direito, a liberdade de imprensa, ou da liberdade de expressão, e como consequência, uma grave violação dos direitos fundamentais do homem, e atentado contra um profissional de comunicação social, que no exercício do seu trabalho, não cometeu nenhum crime.

Os direitos a liberdades, de expressão ou a liberdade de imprensa, estão universalmente garantidos, por tratados Internacionais, nomeadamente, a Declaração Universal dos Direitos humanos, em como o Pacto Internacional dos direitos Civis, ou Políticos.

Logo, se um membro das forças militares, militarizadas, ou policiais, é agredido, ou morto, no cumprimento do seu dever, na verdade se o mesmo, ocorrer com um profissional de comunicação social, quando de forma gratuita, ou brutal, é simplesmente atacado, ou  preso, pelas autoridades, no cumprimento da sua missão, do agente natural, coletor de informação, ou informações relevantes, com vista a servir a comunidade, informando-a com verdade e com isenção, dentro dos princípios, éticos e de  deontologia profissionais.

Na verdade, nos dois casos, se trata, de um verdadeiro ataque a comunidade, ou comunidades, para as quais, ambos foram preparados para servir, no caso do jornalista, FR, ele foi simplesmente, detido pelo regime do general, João Lourenço, presidente de Angola, em virtude de haver denunciado informações, relevantes, do interesse público, que se consubstanciaram, em práticas de corrupção, por parte da administração, do ex-governador de Benguela Sr Ruí Falcão.

A liberdade de expressão de imprensa a pedra angular, ou o elemento fundamental da declaração Universal dos Direitos humanos, é ela, a principal base, dos outros direitos, nos regimes marcadamente democráticos, tais como o direito de formar partidos políticos direito de partilhar ideias políticas, o direito de investigar, o comportamento, ou trabalho dos servidores públicos, etc., etc.

Logo, esta prisão, do Jornalista FR, que foi efectuadas à toa, pelo regime, retrógrado do Casuno, dos marimbondos do MPLA, encabeçados, pelo general, João Lourenço, vai em contra mão, ao mesmo tempo, que se trata, de um atentado grave, e brutal, contra o embrião das nossas democracias na República de Angola, prenha da habitual trungunguisse, habitual do general João Lourenço, e vai, contra os tratados Internacionais, sobre os quais Luanda, faz parte.

Porém paradoxalmente, o regime da marimbondagem comunista, de Angola, nunca respeita tratados Internacionais, sobre os quais Luanda, é signatária.

Razão pela qual, o regime do general, João Lourenço, está cada vez, mais e mais desacreditado, ao nível interno, e, externo, quando JLO, internamente, se não confisca, e nacionaliza órgãos de comunicação social, privados, sequestrando-os, com vista a fazer propaganda do general, João da situação e sua mulher, Ana Dias, de toda a desgraça Angolana, por culpa do ex-presidente José Eduardo dos Santos, se não nacionalizar meios de comunicação social, a seu favor repito, o João Lourenço, prende Jornalistas, de graça, no exercício do seu trabalho, tal como ocorreu, injustamente com o Jornalista, FR na província de Benguela, da Califórnia do João perdido.

Quando, no início do consulado, do presidente de Angola, o general João trungungueiro, havia prometido fundos e mundos, quer aos Angolanos, assim como aos da comunidade internacional, incluindo os países do chamado mundo Ocidental, nomeadamente a União Europeia, e os Estados Unidos da América, os quais usa enganaria de maneira grosseira, e infantil, sobre a velha promessa da sua luta seletiva contra a corrupção, agora enterrada no cemitério do Camama, sob olhar verdeiramente  agressivo, dos marimbondos do outro lado da ilha que o general João perdido agora pretende reabilitar tendo em conta o pleito eleitoral do ano que vem,2022.

Porém, para todos os efeitos, o general João Lourenço, continua na sua senda, ou rota, completamente errada, razão pela qual hoje desde o palácio presidencial, para as Kinguilas de Angola, todos absolutamente todos, se encontram numa resistência passiva, sem precedentes, na República de Angola, com vista a que em 2022, outro inquilino, seja enviado na Cidade Alta, com vista ao saneamento da actual situação, caótica, penosa e catastrófica, da República de Angola.

Que Deus abençoe Angola e todos os Angolanos.

Por Orlando Fonseca

West Hollywood, Flórida USA

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