Tudo indica que nos próximos dias a bomba relógio no seio dos camaradas esplóda; não falta muito.
Em geopolítica «paz e conflito» caminham juntos, cada um tem características e dinâmicas próprias mas estão interligados o tempo todo, e em muitas das circunstâncias é mesmo necessário fazer guerra para se ter paz e para se manter a paz porque nem sempre a diplomacia funciona e nem tudo se resolve por via político-diplomática (negociação, diálogo, acordos, cedências, etc), a força sempre foi e sempre será uma das vias para a manuntenção da Paz, seja a nivel estatal, regional ou internacional.
Ainda bem que o Rafael Mukanda, que no outro dia mereceu dez minutos na TPA, porque se opunha à lista dos candidatos da UNITA que foi apresentada ao Tribunal Constitucional, representa uma tendência insignificante e em declínio não só na UNITA mas no próprio país.
Esta é a minha "Mukanda para Mukandas..." , uns ainda dentro que não tungem nem mungem quando dirigentes séniores da UNITA são coptados por "Milias" e empregues na sua máquina destrutiva de instituições genuínas e legais a luz da Constituição da República.
Mesmo com a máquina montada e violada de forma evidente a olhos de todos, o regime anda desesperado e corre contra o tempo para inviabilizar a realização das quintas eleições parlamentares, em quanto tenha-as convocado.
Talvez seja prematuro fazer já agora críticas ao desenrolar da campanha. As equipas de campanha podem estar numa fase equivalente ao que em futebol é designado por estudo mútuo. E esta fase é de certo modo incaracterística.
O antigo Presidente angolano, cujo estado de saúde tem sido pretexto para uma forte onda de rumores, é por estes dias um peão disputado por fações da sua própria família e também pelo governo liderado por João Lourenço.
Namibe – Observadores ao longo dos anos forneceram muitas definições para o termo "inteligência". Muitas dessas definições são onerosas, ou técnicas, ou extraídas diretamente do termo da arte. Inteligência é simplesmente informação, reunida no entanto necessária e organizada de maneira a ser útil para aqueles que a exigem. Na política externa (e na defesa nacional), a inteligência guia as mãos dos formuladores de políticas e os ajuda a conduzir as relações com sabedoria.