A crise política na Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) parece ser ‘uma praga’ que nunca termina. Embora o partido receba, trimestralmente, do OGE 16 milhões Kz, os secretários municipais continuam a trabalhar debaixo de árvores e em condições precárias. O presidente mostra-se incapaz de dar resposta aos desafios.
O nacionalista Ngola Kabangu defendeu, domingo, em Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, a necessidade dos principais actores políticos dialogarem mais, com vista a encontrarem novos caminhos que levem ao desenvolvimento de Angola, numa altura em que o país se prepara para a celebração dos 50 anos da Independência Nacional.
O presidente da FNLA, Nimi a Nsimbi, manifestou a sua posição sobre a composição da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), destacando a importância do respeito às disposições legais na representatividade dos partidos políticos com assento parlamentar.
O Partido de Renovação Social (PRS) e a Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA) solicitaram hoje à Assembleia Nacional a dissolução do seu grupo parlamentar misto, para melhor atribuição de lugares na Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
O secretário-geral do partido FNLA, Aguiar Laurindo, manifestou, neste sábado, em Luanda, a necessidade dos seus quadros mudarem o modo de actuação no relacionamento com os governos provinciais do país, através do acompanhamento de diferentes programas virados à melhoria das condições socioeconómicas da população.