Sexta, 02 de Janeiro de 2026
Follow Us

Economista angolano não está convencido com o Orçamento Geral de Estado de 2024. Além de alívios fiscais e aumentos salariais "irrisórios", Rosado de Carvalho alerta para tempos difíceis e chama a atenção da Assembleia.

A vice-secretária adjunta do Gabinete de Assuntos Africanos do Departamento de Estado dos Estados Unidos (EUA), Joy Basu, visita na próxima semana Angola com vista a reforçar a parceria económica com o Governo de Angola.

O Governo angolano estima que as despesas com subsídios aos combustíveis atinjam os 1,82 biliões de kwanzas (2.1 mil milhões de dólares) em 2023 contra os anteriores 1,99 biliões de kwanzas (2.4 mil milhões de dólares) em 2022.

O Governo angolano prevê um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2,8% em 2024, como reflexo do crescimento do setor não petrolífero com uma taxa de 4,6% e uma inflação na ordem dos 5,3% no mesmo ano.

O representante do FMI para Angola elogiou hoje a determinação do Governo angolano no processo de retirada do subsídio aos combustíveis, apesar da sua complexidade.

O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Angola recomendou hoje a manutenção de um câmbio flexível e "nunca de medidas administrativas" para manter sob controlo a taxa cambial.

Pela primeira vez nos últimos cinco anos, as transações monetárias em Angola sofreram alterações inflacionárias relevantes, com a moeda nacional a ser depreciada em larga escala e a nota de dólar americano a passar dos 100 mil kwanzas.

Página 41 de 478