Tema sensível continua em cima da mesa do Governo e estão previstos novos aumentos nos próximos dois anos. A subida do gasóleo preocupa os agentes económicos e os especialistas, que alertam para a forma como o processo deve ser conduzido.
Apesar do aumento salarial de 5% na Função Pública, insuficiente para compensar a perda de poder de compra, e do aumento do escalão de isenção em IRT para 100 mil kwanzas, nem tudo são boas notícias para os angolanos neste OGE 2024. Vem aí uma subida de preços que vai pesar nas carteiras das famílias.
Aumento no setor social e estímulo à economia são destaques no Orçamento Geral do Estado, que começa a ser discutido esta quinta-feira no Parlamento angolano.
O secretário de Estado americano Antony Blinken manifestou hoje apreço pelo actual estado das relações com Angola e a vontade de continuar a trabalhar com Angola na luta contra a corrupção entre outros tópicos.
Os empresários americanos estão interessados em investir fortemente no sector produtivo de Angola, no entanto, querem que a Lei de Terras angolana seja revista para permitir a ocupação por 100 anos em vez dos actuais 60 anos.
A embaixadora de Angola em Lisboa destacou sexta-feira a “excelência das relações” com Portugal, e salientou que “as relações económicas e de cooperação económica e empresarial são bases vitais de sustentação dessas relações privilegiadas”.
O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, afirmou, este sábado, em Saurimo, na Lunda-Sul, que "temos tudo para ser uma terra de oportunidades para todos", onde cada angolano pode realizar o seu sonho.
O Bureau Político do Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) felicitou hoje o povo pelo 48º aniversário da independência nacional e reafirmou o seu compromisso na concretização das aspirações dos cidadãos.
O Presidente da República, João Lourenço, exonerou, este sábado, Emílio Vumpa de André Londa, do cargo de secretário de Estado para os sectores da Aviação Civil, Marítimo e Portuário.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC-FLAC) manifestou-se hoje surpreendida com as declarações de um comandante das Forças Armadas Angolanas, que considera “estável” a situação político-militar na região, e pede a entrada de observadores internacionais independentes.