Entre as várias aventuras atribuídas a DISA existe um rolo enorme de acontecimentos muitos dos quais nunca relatados e um facto importa reportar aqui, é que os agentes da suposta DISA em certos momentos davam a sensação de que não levavam muito a sério o peso da responsabilidade que pesava sobre os seus ombros.
Por Fernando Vumby | Fórum Livre Opinião & Justiça
Há sempre palavras para descrever a ascensão social daqueles que se consideram elementos da classe social dominante no país.
A própria expressão classe social dominante, entre os angolanos, seria sociologicamente bizarra, mas vamos aceitá-la como parte de um mal de nossa época, em que o capitalismo, ou a sociedade humana, evolui sem evitar o dito aparecimento de classes sociais dominantes, mesmo numa sociedade primitiva e subdesenvolvida como a Angolana.
Nelo de Carvalho | São Paulo - Brasil
No rescaldo das eleições de 2012 escrevi um artigo em que vaticinei que o MPLA teria muitas dificuldades em manter o mesmo nível de influência na sociedade angolana se não tivesse a capacidade e a coragem de fazer uma profunda reflexão interna sobre as razões que levaram – ainda que mantendo uma confortável maioria parlamentar – a uma significativa perda de votos relativamente às eleições de 2008.
Por Fernando Pacheco | NJ
O presidente do Grupo Parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, declarou neste sábado que o país tem grandes desafios pela frente e deve trabalhar para realizar as Eleições Gerais de 2017 num ambiente de estabilidade política e respeito pelas diferenças e considerou a falta de diálogo um dos problemas mais prementes da sociedade e da classe política angolana, em particular.
Australiano tem muitas semelhanças com Kim Jong-un e começou a imitá-lo em 2013
Um cómico de Hong Kong, que há anos se dedica a imitar o líder norte-coreano, tem sido visto e fotografado nos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, onde já foi confundido com o verdadeiro Kim Jong-un.
V. Ex.ª Sr.º Presidente Digníssimo Engenheiro José Eduardo Dos Santos, trouxe para o País e para os angolanos, no âmbito do encerramento do sétimo congresso do MPLA, um discurso inédito e histórico, um discurso que poderá mudar de forma definitiva e inadiável a marcha evidente dos acontecimentos em Angola. Dando relevo para uma nova conjuntura nacional em todos os domínios político-social, geopolíticos e económicos.
Por João Henrique Rodilson Hungulo
O músico Coréon Dú tem agendada a realização de um espectáculo, numa das unidades hoteleiras do município de Viana, em Luanda.
A coordenadora do BE, Catarina Martins, disse hoje que o partido não se fez representar no congresso do MPLA, em Luanda, porque "não pactua com ditaduras" nem com regimes que prendem pessoas "por delitos de opinião".
O MPLA terá de repensar o seu modelo de gestão, porque somente através da gestão orçamental e do programa do Executivo, é que vai poder ter cidadãos a votarem nele, afirmou hoje, sábado, em Luanda, o sociólogo angolano João Paulo Ganga.
O líder do MPLA, José Eduardo dos Santos, reafirmou hoje, sábado, o desejo de se melhorar o diálogo entre as gerações. Segundo o presidente, a melhoria do diálogo ajuda a criar pontes para uma transição baseada na qualidade, no bom senso, no empenho e no mérito.