O novo consórcio do gás que junta a Sonangol às multinacionais BP, Chevron, Total e Eni vai iniciar a produção em 2022, anunciou hoje, em Luanda, o presidente da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis.
A consultora Economist Intelligence Unit (EIU) considerou hoje que a previsão de recessão em Angola este ano mostra "as dificuldades que a economia enfrenta", e que a estimativa de crescimento de 1,8% para 2020 "é irrealista".
A sociedade civil angolana recomendou ao Governo de Angola a revogação de uma exceção ao artigo 24.º do Código da Família, que permite o casamento de meninas aos 15 anos e de meninos aos 16.
A organização não-governamental diz que há comunidades em risco devido às expropriações ilegais de terrenos agrícolas, a única forma de subsistência de muitas famílias na região Sul de Angola.
O escritor angolano Ondjaki considerou hoje que Angola atravessa um "momento complicado" a nível económico e financeiro e que o Governo deve ouvir e agir em função das prioridades da maioria das populações.
De costas viradas, o Estado, através da Sonangol, e a empresária Isabel dos Santos, apoiada pelos parceiros da Geni, vão continuar a travar uma guerra aberta
O Orçamento Geral do Estado (OGE) de Angola para 2020 contempla um acréscimo de 5,5 biliões de kwanzas (10,4 milhões de euros) face ao orçamento deste ano, que foi revisto em junho, num total de quase 15,9 biliões de kwanzas.
Chamamos por troco a quantidade de dinheiro que se deve devolver ao cliente quando este paga a mais do que o proposto na venda. Várias vezes, com inocência ou compaixão, ficamos por receber o troco na loja e nos é informado que há falta de troco ou pedem que se proceda à compra de um bem ao valor equivalente ao troco. Até que ponto pode figurar-se um comportamento anormal?
A transição política em Angola terminou formalmente em 2017 com a saída de cena de José Eduardo dos Santos e a investidura de João Lourenço como Presidente da República.
A maior parte das infraestruturas construídas por empresas chinesas chegam a África já com o projeto feito, sem o cuidado de o adequar à realidade local nem dando espaço à intervenção de peritos locais, avisaram ontem arquitetos africanos num fórum em Macau.