Angola registou nas últimas 24 horas 31 novas infeções por covid-19, e mais um óbito, aumentando o número total de casos para 607, dos quais resultaram 28 mortes, anunciou o secretário de Estado para a Saúde Pública.
O deputado da UNITA, Adriano Sapinãla, denunciou o Orçamento Geral do Estado (OGE 2020), revisto nas suas redes socias que entre as acusações, constam verbas cabimentadas para reabilitação de passeios e lancis para uma estrada em terra batida e outras para asfaltar uma estrada que até já está asfaltada.
A reitoria da Universidade Católica de Angola (UCAN) comunicou hoje aos docentes e administrativos a suspensão da relação jurídico-laboral, por falta de capacidade financeira para o pagamento de salários.
Catorze das 292 pessoas infectadas pela covid-19 perderam a vida nos primeiros 15 dias do mês de Julho, em Angola, numa altura em que a província de Luanda conta já com a circulação comunitária do vírus Sars-Cov-2.
A ministra da Saúde Sílvia Lutucuta, avançou ontem, que pelo menos 1 num grupo de mais de vinte pessoas residentes em Luanda, está infectado com o novo coronavírus, alertando para maior reforço das medidas de prevênção da doença, nas famílias angolanas.
A Frente de Libertação do Estado de Cabinda-Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) saudou hoje o que disse ser o reconhecimento da “existência de guerra” por parte do ministro de Estado, Pedro Sebastião, que convidou a visitar “as bases militares”.
A administradora do BFA Maria Manuela Moreira e o presidente da comissão executiva, António Domingues Catana, apresentaram renúncia, depois da demissão do ex-vice-presidente António Domingues, que alertou o regulador angolano para “grave incumprimento” das normas bancárias.
O Banco de Fomento Angola (BFA) investigou, em maio de 2020, as operações bancárias suspeitas identificadas numa auditoria de 2017, mas aceitou os esclarecimentos que foram dados na altura e decidiu não reabrir o processo.
No seu governo o terror tornou – se bem-vindo, há quem perdeu a conta de tanto contar o número de episódios calamitosos que marcam a era de João Lourenço, é líquido afirmarmos que estamos na pior era da história de Angola desde que a qual surgiu como nação.
O coordenador da comissão multissetorial angolana de combate à covid-19, Pedro Sebastião, admitiu hoje que os centros de quarentena públicos “não têm condições extraordinárias”, destacando que estes espaços não podem ser classificados como um hotel.