Este cenário volta a levantar dúvidas sobre as intervenções do BNA no mercado cambial, reavivando uma espécie de regime de câmbios fixo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que Angola reduziu a mortalidade neonatal de 24 para 16 mortes por 1.000 nados vivos e a mortalidade infantil de 44 para 32 mortes por 1.000 nados vivos.
O Presidente de Angola, que desempenhava o papel de mediador da União Africana (UA) no conflito em curso no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), propôs este domingo o homólogo do Togo como seu sucessor.
O Presidente angolano condecorou hoje individualidades que lutaram pela independência de Angola e pela paz e desenvolvimento do país, numa cerimónia que ficou marcada pela ausência de membros da UNITA, maior partido da oposição.
O economista angolano Flávio Inocêncio disse hoje à Lusa que as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos esta semana vão ter um "impacto mínimo" em Angola, dado que a principal exportação, o petróleo, não sofre alterações.
A UNITA anunciou hoje que não vai participar nas comemorações do 50.º aniversário da independência de Angola, enquanto Holden Roberto e Jonas Savimbi não forem reconhecidos como pais da independência e heróis nacionais.
O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente destacou hoje a capacidade dos angolanos de superar adversidades e de perdoar, frisando que a independência e a paz são as suas maiores conquistas.
Os angolanos estão mobilizados para a realização de um grande "Panelaço" às 20h de hoje, dia 04, data em que se celebra o Dia da Paz e da Reconciliação Nacional. O protesto, organizado pelo ativista Gangster 77, visa expressar o descontentamento da população com a atual situação socioeconômica do país e denunciar a falta de benefícios reais da paz para os cidadãos comuns.
O responsável do consórcio Lobito Atlantic Railway, que opera em Angola, afirmou hoje que a rapidez no escoamento ferroviário dos minerais é a principal vantagem do Corredor do Lobito, prevendo atingir 1,5 milhões de toneladas transportadas em 2027.
O Presidente democrático-congolês, que procura apoio para terminar o conflito no leste do país, discutiu hoje, em Kinshasa, um acordo sobre minas com o conselheiro especial de Donald Trump para África, mas não obteve um compromisso claro.