O Ministério das Finanças de Angola anunciou hoje que o ‘stock’ de dívida deve alcançar 64,3 biliões de kwanzas (70,8 milhões de dólares) este ano, incluindo um financiamento líquido de 4,1 biliões de kwanzas (4,5 mil milhões de dólares).
A China deixou de ser o maior credor de Angola em 2025, tendo sido ultrapassada pelo endividamento interno, revelou hoje o responsável pela gestão da dívida pública angolana.
É simplesmente um paradoxo, mas a oposição política angolana comporta se como um grupo perdi do no fundo do túnel, discutindo quem segura a lanterna, que ainda por cima está sem pilhas.
A opinião é do economista Paulo Forquilha, que entende que o facto de tratar-se de uma transferência directa do valor do Estado para o cidadão, sem os custos de intermediação e ineficiências típicas do subsídio, em termos psicológicos, a medida vai reduzir a pressão permanente sobre o orçamento doméstico.