Jornalista Luis Carlos
Licenciado em Jornalismo e Ciências Sociais é Administrador do site Angola 24 Horas
O engenheiro António Francisco Venâncio, pré-candidato à presidência do MPLA, manifestou confiança na transparência do processo interno que culminará no IX Congresso Ordinário do partido, agendado para os dias 9 e 10 de Dezembro, defendendo que a organização vive um momento “histórico” de transição, marcado pela abertura a múltiplas candidaturas.
A segunda sessão de julgamento do "caso Vitória de Barros Neto", acusada de ter desviado mais de 300 milhões de kwanzas, prossegue esta quinta-feira, com o tribunal a ouvir o arguido Yanga Nsalamby Mário, ex-director técnico da EDIPESCA, que, tal como a antiga ministra das Pescas dos Executivos de José Eduardo dos Santos e de João Lourenço, negou ter beneficiado dos mais de 300 milhões de kz depositados nas contas da empresa, apurou o Novo Jornal.
O engenheiro António Francisco Venâncio, pré-candidato à presidência do MPLA, alertou para os riscos de uma eventual separação entre a liderança do partido e o exercício do poder executivo em Angola, defendendo que o actual modelo constitucional não acomoda uma “bicefalia” sem gerar conflitos institucionais.
Os candidatos às várias direcções do MPLA, no âmbito do 9º congresso ordinário, marcado para os dias 09 e 10 de Dezembro, estão preocupados com algumas exigências da declaração de apoio ao candidato.