O líder do Movimento do Protetorado Português da Lunda Tchokwé acusa a Polícia da Lunda Norte de, alegadamente, ter mandado de volta para a cadeia 11 cidadãos que tinham soltos pelo tribunal do município do Cuango por não ter sido provada a sua ligação com os tumultos da madrugada do dia 8 de Outubro na cidade de Saurimo, capital da província da Lunda Sul.
O líder do grupo parlamentar da UNITA, Liberty Chiaka, disse hoje que a réplica à mensagem sobre o Estado da nação vai ser feita pelo presidente do maior partido da oposição angolana e quem impedir deve ser responsabilizado.
O presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) angolano defendeu hoje a aprovação de um novo estatuto remuneratório para o poder judicial, considerando ser “urgente” a implementação de estímulos para magistrados e funcionários judiciais mais destacados.
Analista critica o maior partido da oposição em Angola, a UNITA, por gastar "energias" em iniciativas sem perspetivas, como o processo de destituição do Presidente da República João Lourenço. E defende um debate público.
Juristas ouvidos pela Voz da América divergem sobre a legalidade ou não da decisão do Parlamento angolano de travar o pedido de destituição do Presidente da República.
O antigo primeiro-ministro angolano, Marcolino Moco, condenou energicamente os pronunciamentos constantes do discurso do presidente João Lourenço, proferido à nação nesta segunda-feira, 16 de outubro, adiantando ter ficado claro o quanto as coisas continuarão difíceis. “Mais dinheiro irá para a compra de mais blindados e carros de assalto, em pleno tempo de paz de armas”.
A vice-presidente do MPLA (poder) negou hoje falta de vontade política para implementar as autarquias e garantiu que o parlamento vai ter uma “agenda muito forte”, nesta legislatura, e buscar “consensos necessários” para a conclusão do pacote autárquico.
O Presidente de Angola disse hoje que o país é estável em termos político-militares e deixou claro que qualquer discurso sobre o Estado da Nação, que não seja proferido por si, é um “exercício ilegítimo de usurpação de competências”.
O líder do grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, afirmou hoje que o direito de réplica política está previsto na Constituição, e o momento para o fazer é escolha dos atores políticos.
O secretário para a Informação do MPLA, partido no poder em Angola, disse hoje que a política não se faz com litigância de má-fé, mas com ideias contrárias, com debate claro e transparente e "sobretudo com sentido de Estado".