A UNITA, lamentou hoje a "extrema pobreza" no leste do país e defendeu "justiça económica e a atribuição de uma percentagem das receitas dos diamantes para as populações locais, insistindo na criação das autarquias.
Presidente do maior partido da oposição faz uma incursão transversal sobre assuntos candentes do País, como a pobreza extrema, o fraco orçamento na educação e na saúde, bem como o êxodo de angolanos para a Europa em busca de melhores condições de vida. Adalberto Costa Júnior vai mais além, ao afirmar que a justiça foi capturada pelo poder instituído.
O sistema judicial angolano enfrenta críticas severas da oposição e da sociedade civil, sendo acusado de falta de independência e de servir aos interesses do partido no poder (MPLA) em vez da justiça.
O Governo Provincial de Luanda anunciou, esta segunda-feira, a proibição da realização de eventos culturais e recreativos, espectáculos, bailes, festas e actividades religiosas em zonas residenciais, locais públicos e abertos em todo o território da cidade capital.
O Presidente do MPLA, João Lourenço, afirmou este sábado, em Luanda, que a vitória do partido nas próximas eleições gerais será construída, em grande medida, nos bairros, nas comunidades, nos mercados, nas igrejas, nas escolas e no seio das famílias, espaços onde, sublinhou, a mulher exerce uma influência directa e determinante.
Decorre hoje, no Complexo Dr. Jonas Malheiro Savimbi, em Luanda, a reunião do Comité Permanente da Comissão Política da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), sob orientação do seu presidente, Adalberto Costa Júnior.
Relatores especiais das Nações Unidas solicitaram esclarecimentos urgentes ao Governo angolano sobre a alegada perseguição e assédio contra o defensor dos direitos humanos Pedro Domingos André, conhecido como Paka, envolvendo agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC).
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, recebeu, no seu gabinete na Maianga, em Luanda, a Encarregada de Negócios da Embaixada dos Estados Unidos da América em Angola, Shannon Cazeau, acompanhada pelo adido político, Benjamin Medina, e pela analista política, Eulália Amorim.
O antigo primeiro-ministro de Angola, Marcolino Moco, manifestou-se hoje publicamente, na sua página do Facebook, em solidariedade com os cidadãos que considera estarem a ser “vergonhosamente perseguidos por generais ‘Mialas’”, incluindo ele próprio. A declaração surge também como homenagem à luta do jornalista e dirigente sindical Teixeira Cândido, a quem reconhece coragem e firmeza na defesa das liberdades fundamentais em Angola.
As declarações do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, sobre a necessidade de um “Pacto de Transição” para as eleições gerais de 2027 continuam a marcar a agenda política doméstica. A proposta, apresentada como um mecanismo de prevenção de instabilidade pré e pós-eleitoral, gerou diferentes reacções entre o MPLA, partidos da oposição, juristas e actores da sociedade civil.
O juiz presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) e do Tribunal Supremo (TS), Norberto Sodré João, afirmou esta quinta-feira, em Luanda, que há muita indisciplina e corrupção entre os funcionários dos tribunais e os juízes, que o CSMJ tem de combater para o andamento da justiça, apurou o Novo Jornal.
O empresário angolano, Eugénio Neto admitiu hoje ter constituído, a pedido da família do antigo presidente do Banco Espírito Santo Angola (BESA) Álvaro Sobrinho, uma empresa que, para o Ministério Público, foi usada para desviar dinheiro da instituição financeira.
Desde a introdução do multipartidarismo em Angola, em 1992, os sucessivos processos eleitorais — realizados em 1992, 2008, 2012, 2017 e 2022 — têm sido acompanhados por denúncias de irregularidades levantadas pela oposição e por setores da sociedade civil.
A UNITA estimou hoje que pelo menos 90 pessoas morreram em Angola, na sequência dos tumultos de julho de 2025, no ámbito da paralisação dos taxistas, considerando tratar-se de "execuções sumárias que exigem investigação independente e imparcial.