Em comunicado citado pela agência noticiosa espanhola EFE, o ministério adianta que a implementação do Visto de Visitante Temporário para Transeuntes "visa reforçar a segurança do Estado e o controlo migratório".
O visto deve ser solicitado fora do território equatoriano, através do 'link' https://serviciosdigitales.cancilleria.gob.ec e custará 80 dólares (68,46 euros), 50 para o formulário necessário e 30 para a autorização.
Os países em causa são os que precisam atualmente de visto para entrar no Equador, como o Afeganistão, Bangladesh, Camarões, Cuba, Egito, Eritreia, Etiópia, Filipinas, Gâmbia, Gana, Guiné, Quénia, Índia, Iraque, Irão, Líbia, Nigéria, Paquistão, Nepal, República Democrática do Congo, República Popular Democrática da Coreia, Senegal, Síria, Sri Lanka e Somália.
Também fazem parte do grupo a Venezuela, Vietname, Iémen, Haiti, Mali, Costa do Marfim, Myanmar (antiga Birmânia), Uzbequistão, Tajiquistão, Albânia, Chade, Quirguistão, Mauritânia, Serra Leoa, Sudão, Sudão do Sul e China.