Terça, 24 de Mai de 2022
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Segunda, 03 Janeiro 2022 22:17

Pastor Sadrak apela ao PR que decreto que obriga vacinar menores carece de análises e estudos

O pastor da Igreja Pentecostal, Sadrak Manuel Lufuankenda, pediu ao Presidente da República de Angola, João Lourenço, o mais alto mandatário da Nação, que interfira nas decisões da Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, quanto a medida de impedimento dos pré-adolescentes e adolescentes a escola por falta cartão de vacina.

De com Lufuankenda, a decisão de vacinar as crianças devia ser opcional, até porque a decisão de vacinar aos filhos pertence aos pais.

"O mundo beira a ditadura da vacina com as crianças, que vejo ser uma medida que até países que foram feridos terrivelmente ainda nem aderiram, por haver muito em causa", observou.

Assim, espera que seu apelo conheça atenção, salientando que essa medida é desmedida e carece de estudos e análises, pois, ditar tal acto seria ofensivo às famílias e constrangimentos aos pais.
"Peço que se reveja", precisou.

De recordar que, segundo o Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado, o novo Decreto de actualização das medidas de combate à Covid-19, vai obrigar a todas as crianças e adolescentes dos 12 aos 17 anos, a apresentarem certificados de vacinação contra para terem acesso às salas de aulas na reabertura do ano lectivo.

O ministro que falava à imprensa, aproveitou o momento para aconselhar os encarregados para levarem os seus filhos aos postos de vacinação neste período em que as aulas foram suspensas para conter a propagação do vírus.

A Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, desdramatizou as informações postas a circular nas redes sociais sobre a vacinação de crianças, tendo garantido que Angola respeita as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as experiências das entidades reguladoras.

"Temos autoridades europeias, asiáticas que continuam a recomendar a vacinação de crianças, até há países que já estão a vacinar crianças com 5 anos. Os benefícios são grandes e nós temos que ir por esta via, continuamos a respeitar a Organização Mundial da Saúde, mas nós temos que olhar também para as experiências e benefícios que outros países tiveram", argumentou.

Refira-se que, a retoma das aulas estava prevista para esta segunda-feira, 03 de janeiro, no entanto, está suspensa até ao dia 16 de janeiro corrente.

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