O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, disse hoje que votou contra o Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2021, por várias insuficiências técnicas, omissões, entre outras questões, que o documento apresenta.
Estado já passou para a sua esfera activos acima dos 3 mil milhões de dólares através de confiscos e nacionalizações. Especialistas alertam para vários “atropelos” e antecipam a hipótese de o Estado ressarcir visados.
Paciência e esperança em dias melhores é o apelo dirigido às populações da província da Huíla pelo governador, Luís Nunes, mas rejeitado pelo líder provincial da oposição.
O Presidente da República, João Lourenço, exonerou, nesta terça-feira, Rosa Luís de Sousa Micolo, do cargo de inspectora-geral adjunta da Administração do Estado.
O ministro do Interior angolano disse hoje, em Luanda, que, nos últimos dois anos, o país registou incidentes tático-policiais que "lamentavelmente", alguns terminaram em mortes de cidadãos e polícias.
Para o reverendo Elias Isaac, foi o partido no poder em Angola que permitiu que os seus membros se tornassem corruptos.
O Grupo Parlamentar da UNITA, votou contra, porque o Orçamento Geral do Estado, para o exercício económico de 2021, não apresenta de modo claro, uma estratégia de política económica, à promoção do crescimento do PIB, no sector não petrolífero, baseando-se, em objetivos, cujas metas continuam inatingíveis, na medida em que, o cenário macroeconómico do presente OGE traz uma trivial maré de incertezas.