O Partido Democrático para o Progresso de Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA) realiza sábado, em Luanda, o seu II Congresso Ordinário, com vista a reforçar a coesão interna e eleger o novo presidente da organização.
O Comité Central realizou, nesta terça-feira, 07 de Dezembro, a sua VII Sessão Extraordinária, no Centro de Conferencias de Belas, em Luanda, sob orientação do Presidente da República, igualmente do MPLA, João Manuel Gonçalves Lourenço.
O deputado da UNITA, General Abílio Kamalata Numa, considerou que o processo que levou a UNITA até a realização do XIII Congresso Ordinário está terminado, realçando que daqui em diante, abre-se novo processo com outras lutas e esperanças.
A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) vai anunciar ainda esta semana um concurso público para aquisição da solução tecnológica das eleições gerais, com a finalidade de se estabelecer um figurino que assegura uma maior celeridade e rapidez no processamento da informação e, consequentemente, a divulgação dos resultados.
Os membros da UNITA, num total de dez (10), recentemente suspensos pelo partido, arriscam-se à expulsão efectiva, por terem sido achados alegadamente contra os estatutos do partido, nas matérias de ordem disciplinar.
Se não houver liberdade de expressão e alternância dentro do MPLA, o partido morre", entende Jorge Pessoa, histórico do MPLA e criador da Polícia Militar das Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA).
O pretendente ao cargo de presidente do MPLA, António Venâncio, felicitou o novo presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, eleito no último sábado, 04 de Dezembro, durante o XIII Congresso Ordinário do maior partido da oposição angolana.