Segunda, 29 de Novembro de 2021
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O Presidente angolano considera que a “guerra prolongada”, após a independência, “adiou o país”, afirmando que os desafios de “manter as conquistas da paz” e de construir a unidade nacional e edificar uma nação reconciliada “são prementes”.

Protegido pela lei que não impõe quaisquer limites, desde que tomou posse, João Lourenço já aprovou mais de 15 mil milhões em despesas adicionais, 3 mil milhões dos quais no primeiro semestre do ano.

O presidente destituído da UNITA, Adalberto Costa Júnior, vai formalizar, nesta quarta-feira, 10, pelas 10h00, a sua candidatura à liderança do partido do Galo Negro, com o objectivo de recuperar o mandato anulado pelo Plenário do Tribunal Constitucional, que decidiu voltar tudo à “forma inicial”, antes de ser eleito, em Novembro de 2019, em substituição de Isaías Samakuva.

O Presidente da República, João Lourenço, recomendou à Assembleia Nacional a proibição de inaugurações de empreendimentos e de obras públicas e ofertas susceptíveis de configurar compra de voto em plena campanha eleitoral.

Grupo de dirigentes da comissão política da UNITA pôs em marcha um requerimento de impugnação ao congresso de dezembro. Adalberto Costa Júnior anuncia a sua candidatura à liderança do partido esta quarta-feira (10.11).

O deputado da UNITA, maior partido da oposição angolana, Adalberto Costa Júnior defendeu hoje que apenas num contexto de alternância será possível a realização de um conjunto de reformas necessárias para um verdadeiro Estado democrático de direito.

O engenheiro angolano António Venâncio, pré-candidato ao cargo de presidente do MPLA, partido no poder, queixou-se hoje de “vários obstáculos” para obter assinaturas no seio do partido e ameaçou “impugnar” o conclave de dezembro.

O processo de apresentação de candidaturas à liderança da UNITA, maior partido na oposição angolana, que elege um novo presidente em dezembro, arrancou hoje sem qualquer proposta de militantes, anunciou o porta-voz do XIII Congresso.

Um dos maiores problemas de África é a “debilidade ou mesmo falta de instituições de Estado”, por exemplo, de tribunais ou parlamentos, “capazes de julgar a corrupção dos seus líderes”, afirmou hoje à Lusa o ativista Siyabulela Mandela.

O Presidente de Angola, João Lourenço, comprometeu-se hoje, na 26.ª conferência do clima das Nações Unidas (COP26), em Glasgow, a aumentar para 70% o uso de fontes renováveis de energia até 2025.

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