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Domingo, 29 Janeiro 2023 14:35

Abel Chivukuvuku e militantes são dispersos e agredidos pela Polícia Nacional

A Coordenação Geral do Projecto Político, PRA-JA Servir Angola, comunica à opinião pública nacional e internacional que neste sábado, 28 de Janeiro, em Luanda, agentes da Polícia Nacional de Angola frustraram a sua marcha, em cujo acto cerca de 17 pessoas ficaram feridas além de terem agredido membros de direcção, soube Angola24Horas.

De acordo com a nota divulgada este domingo, o facto se deu quando, o seu Coordenador Geral, Abel Epalanga Chivukuvuku e seus apoiantes davam início a marcha programada, partindo do largo da ENDE – São Paulo, Rua Cónego Manuel das Neves, para o Complexo de Eventos Magnólia, onde o mesmo daria uma palestra sobre as autarquias.

Dos dados, pode se ler que a referida marcha não tinha ainda percorrido 100 metros, quando um grupo de agentes da Polícia Nacional ostensivamente armado, sob o Comando do Chefe das Operações do Município de Luanda Superintendente Salvador, bloqueou a marcha.

“Seguidamente lançaram granadas de gás lacrimogénio, feriram cerca de 17 pessoas, agrediram membros do Projecto Político PRA-JA SERVIR ANGOLA, cidadãos transeuntes, incluindo deputados à assembleia Nacional presentes no local. A acção da polícia não tem respaldo legal e configura clara violação dos direitos fundamentais dos cidadãos plasmados na Constituição da República de Angola (CRA)”, denunciou.

O documento refere que, as granadas de gás lacrimogénio foram lançadas em direcção ao Coordenador Geral do Projecto Político PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, que escapou por um tris a acção violenta, repressiva e criminosa dos agentes da Polícia Nacional.

Recorda, por outra que, a Coordenação Geral do Projecto Político PRA-JA Servir Angola, remeteu a Nota Informativa, onde constavam todos os pormenores da actividade, à Comissão Administrativa de Luanda e ao Comando Municipal da Polícia Nacional, no dia 26 de Janeiro, devidamente protocolada pelos respectivos órgãos e não recebeu nenhuma comunicação a inviabilizar o referido acto.

Pela ocorrência que deveria envergonhar o governo de Angola, realça, a Coordenação Geral do Projecto Político PRA-JA SERVIR ANGOLA repudia e condena veementemente a acção da polícia que demostrou claramente não ser uma instituição apartidária e republicana.

“Antes pelo contrário revelou-se uma polícia política, vocacionada a reprimir violentamente a oposição como o fizeram a GESTAPO da Alemanha nazista, a STASI da Alemanha oriental, a TCHEKA da União Soviética e a PIDE-DGS do regime ditatorial de Salazar.

O Projecto Político PRA-JA SERVIR ANGOLA, apela a todas as forças patriotas para a unidade na defesa do Estado Democrático e de Direito”, lê-se também.

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