Sexta, 12 de Agosto de 2022
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Domingo, 26 Junho 2022 17:26

UNITA classifica Kwanza-Norte como das “piores” províncias subdesenvolvida de Angola

O secretário da UNITA no Kwanza-Norte, Fernando Falua, classifica a província como uma das mais “piores” do país em termos de subdesenvolvimento, devido ao que diz ser “políticas falhadas do actual governo”.

Falando ao Angola24Horas, Fernando Falua disse ser “inconcebível” uma província com a linha férrea não progredir na rota do desenvolvimento.

“O MPLA deixou o Kwanza-Norte a deus dará; a realização do cidadão não se faz com políticas das bandeiras, mas sim com políticas economistas que são inexistentes na província”, disse.

O secretário provincial da UNITA, Fernando Falua, denuncia actos de intolerância política registados no município do Quiculuno, no sábado, 25 de Junho, por supostos militantes afectos ao MPLA.

Segundo o político da UNITA, a sede do município do Quiculungo, local que acolheu o acto político de massas do seu partido em saudação aos 50 anos de existência da Liga da Mulher Angolana (LIMA), braço feminino do “galo negro” “foi palco de intolerância por parte do nosso principal adversário político”, que para Fernando Falua “não respeita o jogo democrático”.

“São actos de intolerância política por tudo quanto é canto”, lamentou Falua, explicando que a sua formação partidária programou a actividade de sábado, 25, tendo comunicado com antecedência as autoridades locais, mas mesmo assim, refere o secretário provincial da UNITA, “no dia do acto o MPLA mobilizou jovens trajados com camisolas da JMPLA que invadiram o espaço apoderando-se do mesmo”.

Apesar das supostas “intimidações” do partido maioritário, Fernando Falua assegura que a UNITA “goza de uma boa saúde e a prepara-se para a disputa eleitoral no dia 24 de Agosto de 2022”, negando mesmo a analogia segundo a qual a província do Kwanza-Norte “é bastião do MPLA”.

Acredita que nas Eleições Gerais de 24 de Agosto próximo a UNITA terá um resultado satisfatório, diferente dos “cinco zero a favor do MPLA”, que na visão de Fernando Falua “foram fraudulentos”.

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