Domingo, 25 de Setembro de 2022
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Tudo indica que o presidente de Angola, Sr José Eduardo dos Santos, nunca esteve interessado na criação da grande comissão de verdade e de reconciliação nacional em Angola, que contemplasse o perdão mútuo entre todos os filhos e filhas da terra Angolanos desavindos.

Está no seu direito. Mas para satisfazer as suas tendências tem de saber que há limites. O Presidente Agostinho Neto conduziu os angolanos num processo revolucionário que terminou com a Independência Nacional. A luta foi difícil, os obstáculos a transpor, inumeráveis. Os perigos eram muitos, a missão exigia mais sacrifícios do que permitia a força humana.

De modo nenhum me agrada ser antipático. Mas o que tenho para dizer e sempre o disse em todos estes anos obriga-me agora a repetir o gesto: o da necessidade de soltar um grito enérgico de protesto contra a classe política do partido-Estado em Angola que, em mais de três décadas, se tem recusado a enfrentar a verdade sobre os fatídicos acontecimentos do 27 de Maio de 1977.

Sexta, 23 Mai 2014 08:00

O Perigo de uma única história

“Quando rejeitamos a história única, quando nos apercebemos que nunca há uma história única sobre nenhum lugar reconquistamos uma espécie de paraíso”.

Benguela - O Jovem activista angolano`` Saly Cruz´´ considera paralogismo da oposição dizer que censo populacional não ira resolver problemas sociais e que não existe vontade política em resolver os problemas do povo.

Como se estivéssemos a ser presenteados com um sambapito, há acções que começam antes das eleições, mas depois de o vencedor se instalar no poleiro, não há continuidade.

A recente visita do Secretário de Estado Norte Americano a Angola, John Kerry, demonstra que os Estados Unidos da América estão mesmo interessados em arrumar a casa no continente negro, particularmente em países como Angola, cujos regimes são reticentes em termos do verdadeiro avanço da democracia, em especial na África Subsaariana.

Segunda, 12 Mai 2014 12:15

Análises e debates

O Executivo Angolano reiterou, esta semana, aquilo que já se sabia, ao afirmar que não há condições para a realização das eleições autárquicas, com argumentos nada convincentes, como a falta de infra-estruturas. Porém, a oposição entende tratar-se de falta de vontade política do maioritário.

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