Quinta, 19 de Mai de 2022
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Domingo, 16 Janeiro 2022 12:54

O mesmo SIC que mata também (investiga as suas mortes e faz autópsias, mas que grande lata?

SIC como um organismo criado para servir, obedecer e estar ao serviço de uma gestão criminosa do país. Não me surpreende o facto de ter mais ferramentas e técnicas para cometer crimes do que propriamente para investigar no verdadeiro sentido da palavra investigação criminal.

Falar do SIC é falar do TC (Tribunal Constitucional) e de todo um sistema e gestão de um país moldado ao jeito do MPLA para ser saqueado. Abusado, usado e violado propositadamente todas as regras de transparência para facilitar a obediência política e ordens do partido no poder. Assim como os roubos, desvios, lavagens de capital, práticas de nepotismo, matanças, oportunismo, etc.

E tudo quanto de indecoroso que se tem cometido por aí, em tudo quanto se considera instituições de um estado já moldado até para que o perverso e o imoral sejam encarados como normal.

O comportamento e práticas dos homens do SIC não é muito diferente dos de outros departamentos. É sim o mais claro e puro reflexo de um todo, ou seja, de um conjunto do que eles já consideram de normal mesmo quando perverso e ultrapasse a capacidade de compreensão de qualquer um para os conceber como correto.

SIC é uma gangue, estruturada e organizada com objetivos concretos moldado às características da gestão criminosa do país. Eu não preciso indicar os números exatos sobre quantas vezes os homens do SIC estiveram envolvidos em casos criminosos, como roubos, burla, venda de armas, tráfico de droga, controlo do mercado de tráfico e transferência da mesma.

De umas zonas para outras se disputando entre eles quem controla e domina essa área ou aquela. De forma sintonizada com traficantes que funcionam como uma espécie de empregados deste ou daquele chefe operacional do departamento X, B, A ou D.

Existem centenas, senão mesmo milhares de casos até alarmantes e não de hoje. Mas sim que já se arrasta há praticamente tanto tempo Angola está sob gestão criminosa de um grupo de amigos, familiares e conhecidos unidos até à morte na luta pela defesa dos seus interesses de grupos e individuais.

Também não é preciso para já se citar os casos em que os homens deste departamento se encarregaram eles mesmos de transportar cadáveres para valas comuns. E se encarregam eles mesmos também de colocar no ar resultados de autópsias nunca existidas ou que quando feitas nunca merecedoras de credibilidade.

Em alguns casos até contestados pelos homens da medicina mesmo do MPLA nem por isso, nossos desconhecidos, mas abafados com pressa e prontidão recomendada.

Continuarei

Por Fernando Vumby

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