Quarta, 05 de Agosto de 2020
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Segunda, 15 Junho 2020 14:19

Capapinha acusado de perseguir activistas no Cuanza Sul

O activista cívico Adilson Numbi Dias acusa o Governador da Província do Cuanza Sul, Job Capapinha de orientar agentes da Polícia Nacional elementos a paisana à perseguirem os jovens que tentam criticar as acções governativas naquela província.

Após a detenção na última sexta-feira, 12, de dois activistas, Jigas de Nascimento, e Katumbila Wassala, por tentarem participar duma vigília em solidariedade a família do malogrado Rodrigues Eduardo antigo inspetor das finanças assassinado em Luanda, vários outros activistas estão a ser perseguidos naquela província.

Rodrigues Eduardo, de 35 anos é o inspector-geral das Finanças do Cuanza-Sul, que devia prestar declarações à Procuradoria-Geral da República (PGR) na quarta-feira, 03, no âmbito do processo-crime que envolve o governador daquela província, Job Capapinha, foi assassinado no Domingo, 31 de Maio, no município do Cazenga, em Luanda, com um tiro à queima-roupa.

O Decreto contactou o segundo comandante provincial da Polícia Nacional no Cuanza Sul, subcomissário Eduardo Diogo mas não quis prestar qualquer informação. Até ao momento a Polícia Nacional ainda não se pronunciou sobre a detenção de Jigas de Nascimento, 30 anos e Katumbila Wassala, 25 anos de idade na Província do Cuanza Sul.

Entretanto, o activista Adilson Numbi Dias afirma que o governador Job Capapinha não cruza os braços para mandar intimidar e reprimir os activistas presentes naquela província: “Os agentes da Polícia na província, receberam ordens para deterem todos os ativistas que contestarem contra as más acções do Governador” disse.

A família de Rodrigues Eduardo clama por justiça, por isso, os amigos e alguns activistas decidiram organizar uma vigília em solidariedade aos parentes do malogrado. Na mesma noite, a tentativa de vigília foi dispersada e dois activistas foram detidos quando tentavam fugir da acção policial.

Neste momento os dois activistas encontram-se encarcerados no Comando Municipal da Polícia Nacional do Waku-Kungo, Província do Cuanza Sul em condições desumanas. O Decreto

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