Quarta, 26 de Agosto de 2026
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O partido PRA-JÁ SERVIR ANGOLA veio a público manifestar "profunda preocupação" com a onda de tensão registada no Cazombo, Província do Moxico Leste, na sequência de um diferendo entre o Governo Provincial e as autoridades tradicionais da etnia Lunda-Ndembo sobre o local de sepultamento do Rei Benjamin Chinhama, também conhecido por Chinuque.

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O processo que envolve o antigo ministro das Relações Exteriores de Angola, Georges Rebelo Chicoty, no âmbito da investigação à aquisição de um imóvel em Lisboa, no valor de 15,97 milhões de euros, já foi remetido ao Tribunal Supremo, confirmou a Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP).

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As duas alas desavindas do Partido Humanista de Angola (PHA) chegaram finalmente a um entendimento para a realização da próxima convenção nacional da formação, com base nos acórdãos do Tribunal Constitucional. A decisão visa pôr fim às divergências internas e harmonizar o funcionamento do partido, depois de meses de braço de ferro entre as duas correntes.

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A ruptura na Frente Patriótica Unida (FPU) abre uma nova etapa no cenário político angolano e coloca em causa a estratégia de união da oposição para disputar as eleições de 2027. O pacto assinado em 2021 entre a UNITA, o PRA JÁ-Servir Angola e o Bloco Democrático foi quebrado antes de cumprir o objectivo de tirar o MPLA do poder.

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A oposição angolana poderá chegar às eleições gerais de 2027 dividida em duas grandes plataformas, num cenário que pode dificultar a construção de uma alternativa ao MPLA. O alerta é deixado pelo sociólogo e analista angolano Paulo Inglês, em declarações à DW África, que questiona a estratégia adoptada pela UNITA na condução da Frente Patriótica Unida (FPU).

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O actual ambiente político preocupa o PRA-JA Servir Angola. Por isso, o seu líder, Abel Chivukuvuku, apela ao diálogo entre os partidos para consolidar a democracia e garantir a estabilidade social, tendo em vista soluções duradouras para os desafios económicos e de desenvolvimento do país.

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O Presidente da República, João Lourenço, aprovou a extinção da Empresa Nacional de Cimentos de Angola (Cimangola) – Unidade Económica Estatal (UEE). A autorização consta do Decreto Presidencial n.º 152/26, de 20 de Agosto, publicado no Diário da República.

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