Os clientes impedidos de utilizar e movimentar dinheiro depositado em algumas instituições financeiras que operam no mercado bancário nacional devem endereçar reclamações ao edifício sede do Banco Nacional de Angola (BNA), refere o banco central numa nota divulgada no site da instituição.
Ela diz que foi maltratada desumanamente, “nunca imaginei aquilo que os policias fazem a outros cidadão nas cadeias, não parecem ser também angolanos”, desabafou a senhora Augusta Luisa Ngueji, esta manhã, logo a sua saída da cadeia.
Quando pensávamos que o bom do Francisco Mendes Mendes tinha atingido o pico da perfeição e oportunidade de serviço público com o debate da semana passada sobre a Constituição, eis que nos surpreende pela positiva com o desta semana que foi ainda «mais curioso». Com uma particularidade interessantíssima: os representantes do MPLA e do Executivo foram batidos em toda a linha. Com um discurso claro, coerente e realista, Raúl Danda, Lindo Bernardo Tito e Benedito Daniel mostraram porquê a Oposição acha que a referida proposta está eivada de inconstitucionalidades.
Marta dos Santos é uma das devedoras a quem o BES Angola “perdeu o rasto”, garante Paulo Morais, da Associação Transparência e Integridade.
O ex-presidente do BES Angola invocou o sigilo bancário angolano para não revelar nomes de devedores da instituição, apesar das insistentes perguntas dos deputados.
A demora na concessão das licenças de condução e as proibições de circulação nas principais vias do Lubango motivaram a manifestação.
O Governo angolano prevê um endividamento público para 2015 a rondar os 20 bilhões de dólares (17,6 bilhões de euros), a captar também junto de investidores privados pagando juros que chegam aos sete por cento.
O Banco Nacional de Angola (BNA) acusou os bancos comerciais de estarem a privar os seus clientes da utilização e movimentação dos seus recursos, negligenciando a existência de um vínculo contratual estabelecido entre as duas partes.
A oposição defendeu hoje o consenso político e a criação de uma base de desenvolvimento sustentável para que o país deixe de estar vulnerável às flutuações do preço do petróleo, como na crise financeira actual.
Rui Guerra, presidente do BESA que sucedeu a Álvaro Sobrinho, admite que não foram detetados todos os beneficiários últimos (acionistas) dos créditos que beneficiaram da garantia soberana de Angola.