O ministro das Relações Exteriores de Angola, Manuel Domingos Augusto, garante que o arresto de bens da empresária angolana Isabel dos Santos “não se trata de um ato isolado” e que a repatriação de bens “mal adquiridos” vai continuar em Angola.
Isabel dos Santos acusou os serviços de segurança angolanos de acederem indevidamente aos computadores das suas empresas em Portugal, avança o Financial Times. Segundo a empresária angolana, este alegado acesso indevido teve o objetivo de estes serviços “forjarem e falsificarem” provas contra si.
Isabel dos Santos sempre cultivou uma imagem de poder, inteligência e glamour, de princesa intocável com o mundo a seus pés. Agora, em desespero, agarra-se à mentira para tentar manter um fio de dignidade. Parece tudo uma novela a que bem poderíamos chamar “A Ascensão e Queda de D. Isabel”.
O posto de Polícia do Lucusse, na província do Moxico, foi invadido por uma grupo de, aproximadamente, 300 pessoas, entre mulheres, homens e crianças, por ter sob custódia um indivíduo que estava a ser acusado de feitiçaria. Os populares usaram objectos contundentes e agrediram até à morte um agente da Polícia. Em resposta, um menor de 10 anos foi baleado mortalmente
Cinco pessoas morreram e oito ficaram feridas quando o veículo em que circulavam num município da Lunda-Sul, em Angola, acionou uma mina anti-tanque, segundo fonte do gabinete de comunicação do Ministério do Interior.
O ex-presidente angolano, José Eduardo dos Santos, desejou sucessos ao atual Presidente, João Lourenço, e a todos os dirigentes e militantes do partido (MPLA), numa mensagem de novo ano ao país.
O comentador da SIC defende que o arresto de bens da empresária angolana “ajuda imenso o regime, porque desvia as atenções, dá popularidade internamente e dá credibilidade lá fora”.
O Presidente angolano, João Lourenço, assegurou hoje ao seu homólogo da República Democrática do Congo (RD Congo) que o executivo não interfere na justiça, num encontro onde foram analisadas as consequências do arresto de bens de Isabel dos Santos.
O antigo secretário-geral do MPLA, Julião Mateus Paulo “Dino Matross” que tem sido mencionado em vários órgãos de comunicação social como estando a participar nas venda ilegais de terrenos dos camponeses na zona do Lar Patriota, em conluio com responsáveis da “Cooperativa Lar Patriota”, desmentiu a informação e acusou os dirigentes da a Associação “Ana Ndengue” e do “Bairro Honga”, naquela zona de “difamadores”: “As pessoas que me conhecem sabem que não sou e nunca fui bandido nem educado para estas situações” responde o político angolano.