Está a caminho de Luanda, Angola, um Boeing 767 da Euroatlantic que vai repatriar os portugueses que pretendem regressar a Portugal.
O enfermeiro italiano Dante Baldi, de 54 anos, trabalha há mais de 30 anos na Policlínica Gemelli, o maior hospital de Roma. Por lá, setores inteiros foram fechados e adaptados para abrigar exclusivamente os pacientes infectados pelo coronavírus.
A pandemia de coronavírus matou 627 pessoas na Itália nas últimas 24 horas, um novo recorde que eleva a 4.000 o número de mortes na península, o país mais afetado do mundo, anunciou a proteção civil nesta sexta-feira.
Angola tem bens e produtos para abastecer o mercado durante pelo menos três meses, mas precisa de reforçar as reservas para não haver escassez, enquanto decorre a pandemia do novo coronavírus, segundo associações empresariais.
O representante interino da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Angola, Javier Aaramburu, desmentiu hoje, em Luanda, informações veiculadas nalguma Media e redes sociais sobre a existência de casos positivos do Coronavírus (Covid-19) no país.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) britânico vai repatriar diplomatas e familiares das embaixadas em Angola e Moçambique devido à pandemia de Covid-19.
A empresa Civep Contravem Angola, com produção diária de perto de mil máscaras hospitalares, disse hoje que "ainda não regista grande procura" do material, assegurando ter "matéria-prima suficiente" para responder à eventual procura devido ao novo coronavírus.
Com um sistema de saúde que quase não funciona, Angola não deve levar de ânimo leve a luta contra o COVID – 19. O País deve – se preparar para o pior. E, sabemos nós que, Angola não está preparada para fazer face à esse drama letal.
Ainda não se sabe ao certo exatamente como é que o novo coronavírus nasceu, mas os principais estudos de especialistas indicam que se originou por meio de uma mutação desenvolvida em morcegos, vendidos como alimentos em um mercado de Wuhan, na China.
A organização Transparência Internacional disse hoje que o arresto dos bens da empresária Isabel dos Santos, em Portugal, é “um passo importante rumo à Justiça”, mas alertou que parece haver “falta de vontade política” para devolver o dinheiro.