A Polícia Nacional de Angola admitiu hoje a existência de mais de meio milhão de imigrantes ilegais no país, classificando a situação como uma "invasão silenciosa" e garantindo prioridade no combate ao problema.
Pela primeira vez foi feita uma homenagem pública a centenas, senão milhares, de pessoas mortas pelas autoridades governamentais por ocasião onda de repressão que se seguiu às eleições de 1992 quando o país caminhava de novo para a guerra.
Receia-se que as dificuldades económicas previstas para 2015 afetem áreas cruciais como a saúde, a educação e o combate à pobreza.
O Centro de Integridade Pública (CIP), citado pelo jornal O Crime, revela que os deputados da Assembleia Nacional têm estado a apropriar-se indevidamente dos 134 mil kwanzas, atribuídos pelo Estado para o pagamento de salários dos motoristas que transportam os parlamentares.
A UNITA, a segunda força política do país, prepara-se para mudar a história da governação do país, 40 anos depois da Independência Nacional, em que o país é liderado pelo MPLA, desde 1975. Quem o diz é o secretário provincial do Huambo, Liberty Chiyaka.
Pelo segundo dia consecutivo a polícia angolana impediu uma manifestação em Malanje a favor do restabelecimento do 4 de Janeiro como feriado nacional.
O Banco Nacional de Angola (BNA) lançou a concurso a escolha dos desenhos das novas moedas de 50 e 100 kwanzas que vão substituir notas atuais de igual valor, alusivos aos 40 anos da independência nacional.
Em Angola, a primeira de duas manifestações convocadas pela União de Activistas das 18 Províncias que prevista para hoje no Largo 4 de Fevereiro na cidade de Malanje foi abafada com a presença de aparatosos dispositivos policiais nas principais entradas da localidade.
A República de Angola vai comemorar neste domingo, 04 de Janeiro de 2015, o “dia dos mártires da repressão colonial”.
“É surpreendente para quem está fora do clube, mas foi uma decisão bem amadurecida, resultado de uma reflexão profunda ao longo dos últimos dois meses”, disse.