A Siderurgia da Comuna da Barra do Dande, na província do Bengo, avaliado em 300 milhões de dólares norte-americanos, vai ser inaugurada no próximo dia 15 deste mês (Dezembro), informou hoje, em Luanda, o presidente da empresa Georges Choucair.
A crise financeira angolana levou este ano ao encerramento, na província da Huíla, de mais de 200 pequenas e médias empresas de vários setores, anunciaram hoje as autoridades locais.
A Amnistia Internacional condenou o modo como está a decorrer o julgamento dos activistas angolanos acusados de rebelião, acusando o tribunal de ser uma farsa judicial.
Tribunal Provincial de Luanda começou a ouvir esta terça-feira (08.12) o jornalista Sedrick de Carvalho, que negou ser ativista e prometeu só responder a perguntas relacionadas com factos puníveis pelo Código Penal.
O décimo sexto dia de julgamento começou com a exibição de dois vídeos confrontando Albano Bingo-Bingo, de quem se queria saber se esteve ou não no encontro onde, segundo o vídeo exibido, o professor Domingos da Cruz e o engenheiro Luaty Beirão, exemplificavam o suposto financiamento que algumas instituições atribuem a pessoas e organizações.
Economista angolano critica fatia destinada à Defesa e Segurança no Orçamento Geral angolano, contra "necessidade de investir na Educação e Saúde" e afirma que cortes na Justiça são "ataque à democracia".
Os 15 ativistas angolanos acusados de preparem uma rebelião ameaçam hoje, em carta enviada ao Presidente José Eduardo dos Santos, que vão fazer uma greve de fome coletiva, caso a audição dos réus em julgamento não termine esta semana.
O presidente reeleito da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, apelou hoje à "unidade" do partido para fazer "renascer a pátria angolana" nas eleições gerais de 2017, em que será candidato.
O atual presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Isaías Samakuva, foi hoje reconduzido no cargo, para novo mandato, com o apoio de 82,8% dos votantes no XII congresso ordinário do partido.
Sem acesso a dólares, Luanda arrisca-se a não ter dinheiro para pagar serviços públicos tradicionais e admite entregá-los a entidades privadas. Numa grave crise de liquidez, China pode ser solução.