O ministro do Interior angolano, Eugénio Laborinho, afirmou que os cidadãos não devem olhar para os órgãos de polícia “como seu inimigo”, mas salientou também que “não há direitos absolutos” e que estes estão nivelados.
O Governo prevê alienar, a médio prazo, como ações da cadeia de supermercados 'Nosso Super' que ainda se encontra sob gestão do grupo Zahara.
O departamento de pesquisa económica do Standard Bank considerou hoje que o progresso nas reformas estruturais em Angola pode fazer o kwanza valorizar-se a curto prazo, abrandando a tendência de desvalorização dos últimos meses.
O ativista e 'rapper' luso-angolano Luaty Beirão considera que "os crimes" e práticas repressivas da polícia e do Estado angolano “têm os dias contados”, salientando que as pessoas perderam a paciência e o medo.
Após morte trágica, na manifestação contra o desemprego, a 11 de Novembro corrente, alguns jovens do bairro onde o malogrado, Inocêncio Matos, vivia uniram-se e fizeram uma pintura com o rosto do mesmo, na parede de uma farmácia, cujo acto "honroso" se não solidário, provocou descontentamento às autoridades locais.
O ministro do Interior, Eugénio Laborinho, apelou, ontem, aos efectivos da Polícia Nacional a evitarem excessos durante a sua actuação.
O presidente do Partido de Renovação Social (PRS), Benedito Daniel, defendeu, ontem, em Luanda, a eleição dos governadores provinciais e administradores municipais pelas respectivas populações.
A ONG Transparência e Integridade (TI-PT), que é a representante portuguesa da Transparency International, lançou hoje uma petição “a pedir a devolução do dinheiro roubado ao povo angolano”, numa altura em que foi agendada nova manifestação – sábado – contra a degradação das condições de vida dos angolanos e pela exigência de realização das primeiras eleições autárquicas em Angola.
Os promotores da manifestação marcada para sábado, 21 de novembro, escreveram ao Procurador-Geral da República de Angola, pedindo a abertura de oito inquéritos para apurar a responsabilidade civil e criminal por enriquecimento ilícito de vários agentes públicos
O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos negou, terça-feira, em Luanda, que o crime de "Ultraje ao Estado, seus símbolos e órgãos", previsto no artigo 333º do novo Código Penal (CP), tenha sido introduzido para impedir que se faça críticas às acções do Presidente da República.